sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Rui Mateus

Continua desaparecido?

Perguntas a Mário Soares




#1 O Estado deve mais de 207 mil milhões de euros.

Quem pediu o dinheiro emprestado?


#2 Para onde é que foi o dinheiro?


#3 Soares tem uma fundação em seu nome, financiada com dinheiro público.

Cavaco ou alguém no governo também têm uma ?


#4 Quanto do dinheiro que devemos ao estrangeiro foi entregue pelos governos à fundação Mário Soares (não me interessa a percentagem - interessa-me o valor em euros)?


#5 Será justo que tanta gente pobre esteja a pagar o dinheiro que se pediu ao estrangeiro e foi parar às mãos da Fundação Mário Soares, seja muito ou seja pouco?


#6 Porque é que não toma a iniciativa de pagar pessoalmente a fração da dívida pública que os governos entregaram à sua fundação, em vez de esperar que tenhamos todos de a pagar?


#7 Passos Coelho deixou de alimentar a Fundação Mário Soares a Pão de Ló pago por todos, tal como deixou de o fazer a mil e um organismos que parasitavam o Estado.

Será que o ódio e o incitamento à violência de Mário Soares contra os membros do governo e contra Cavaco Silva, tem alguma coisa de pessoal por parte do nosso Che?


#8 Há quem ache um crime Lesa Majestade criticar-se Mário Soares.

Mas então o lápis azul não tinha sido extinto?


#9 Mário Soares clama pelo julgamento judicial dos membros do governo que anda a pagar a dívida que o PS contraiu.


Será que o Sócrates concorda e também acha que Passos Coelho devia ser julgado por pagar a dívida que o próprio Sócrates contraiu?



#10 Se o Lápis Azul desapareceu, onde se pode encontrar este livrinho (não é para ler - é para mandar uma cópia para a Procuradoria Geral da República)?




domingo, 13 de outubro de 2013

Mario Soares exige julgamento de membros do Governo

Existem nos Governos de Sócrates,  inúmeros exemplos de pessoas que desbarataram recursos públicos a bem de benefícios privados. Também os existem em governos anteriores, quer de Guterres, quer do PSD, mas em nenhum a coisa atingiu a gravidade do que se passou com Sócrates.

Com Sócrates procedeu-se a uma destruição com potencial para devastar gerações.

Mário Soares defende o uso do Ministerio Público para o ajuste de contas políticas.

Ninguém se levanta contra este senhor?

Ninguém o acusa de não ter feito o mínimo eticamente exigível - com tantos exemplos de colónias do mundo anglo-saxónico e tantos exemplos de intervenção das Nações Unidas para garantir a pacificação após uma guerra (no caso a guerra colonial) - de forma a tentar evitar as guerras civis de Angola, Moçambique e Timor, com os consequentes crimes contra esses povos?

Ninguém o acusa do tráfego de influências bem explicitado numa obra cujo autor se encontra em parte incerta?

E Sócrates, Paulo Pedroso e tantos outros, são deixados politicamente impunes?


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Costa perdeu cerca de 7 mil votos em Lisboa

Em 2009 Costa teve cerca de 123.000 votos.
Em 2013 teve cerca de 116.000 votos.

Em relação à coligação PSD / CDS que perdeu metade dos eleitores, a perda de Costa é pequena.

Mas os foguetes que lançou, auto-embevecido, e a perda de votantes em número absoluto - mesmo em Lisboa - ilustram os pés de barro das análises mais impulsivas.

Em Lisboa o povo ficou em casa.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Vitória do PS nas autárquicas - melhor é impossível

Nas eleições autárquicas o PS diminuiu o seu número de votantes em relação a 2009. Dada a maior dispersão de candidaturas teve mais presidências de câmara, fazendo parte do PS achar que fora uma grande vitória. Não foi.

Como se previa Costa venceu folgadamente em Lisboa, tendo a dramática abstenção inflacionado a sua percentagem de eleitores.

A conjugação dos dois factos, o segundo previsível e o primeiro que agradecemos, garante ao Governo o melhor líder do PS que o PSD podia desejar: António Seguro.

Melhor era impossível.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Guerra do Chá - para quando uma declaração de António Costa?

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, continua a não se demarcar do Governo politicamente criminoso de Sócrates.

Deve fazê-lo agora que se prepara para usar a sua eleição como presidente da autarquia como rampa de lançamento para vir a ser primeiro-ministro.

IGF durante Governo Sócrates destrói 6 dossiers importantes - mais um episódio da guerra do chá

A auditoria que Albuquerque mandou fazer à atuação dos serviços de finanças durante o governo politicamente criminoso de Sócrates revelou que em 2008 a IGF eliminou seis importantes dossiers sobre os SWAPs, o que agora dificulta perceber a monitorização que era feita aos SWAPs tóxicos.

Cada cavadela sua minhoca.

Como explicámos há tanta diferença entre SWAPs e SWAPs tóxicos como há entre chá e chá venenoso. A imprensa e muitos comentadores tentam ignorar esta diferença essencial para confundir a opinião pública.

Mas, pergunto, se não houvesse diferença entre chá e chá venenoso teriam sido destruídos os dossiers?

Aguardamos detalhes para poder responder a esta questão.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Já não há peluches

O PS de Seguro, ao mesmo tempo que Sócrates e os Socratistas esganam Peluches, impa como um bébé chorão.

Com o crescimento inesperado do emprego, primeiro, e da economia, depois, os burlões e os mitómanos da moderada e da  extrema esquerda estão vulneráveis.

A Frente Popular de burlões e mitómanos descobriu que o INE não sabe fazer contas e que eles é que sabem. Vai disto e, depois de terem considerado sazonal a criação de cerca de 70.000 empregos no 2º trimestre, lembram-se de comparar o produto de um trimestre não com o trimestre anterior mas com 4 trimestres atrás. Como a subida da produção - nomeadamente da produção industrial - apesar de muito significativa 1,1 % em 3 meses, não foi tão grande que anulasse as perdas acumuladas nos últimos 4 trimestres eles acham que o crescimento económico não é crescimento. Se no próximo trimestre o PIB voltar a crescer eles se calhar comparam com há 2 anos para dizer que não cresceu.

É como um carro passar de 50 para 60 Km hora de velocidade e eles que não houve aceleração pois há dois anos ia a 70 Km / h.

É preciso ter paciência para esta gente.

Mas também é preciso ter energia e nas próximas eleições autárquicas nenhum  esforço  deve ser poupado contra o principal adversário de um novo dia claro e limpo - o ex-ministro socratista que o PS apoia para a câmara de Lisboa.

Um resultado menos bom desse ex-ministro e o PS percebia o que é crescimento económico ...

Crescimento surpreendente

O crescimento anunciado pelo INE de 1,1 % no terceiro trimestre, é surpreendente.

Contradiz a teoria irracional do "batemos no fundo".

Recorda a plasticidade invulgar de um país que nem Velhos do Restelo nem estatísticas capturam.

Reforça a necessidade de Paulo Portas explicar à Troika que não se atira fora o bébé com a àgua do banho.

domingo, 11 de agosto de 2013

Raquel Varela e os Pine Cliffs




Sócrates de Férias num Algarve


Passos Coelho de férias noutro Algarve


Raquel Varela pensa que os jovens são estúpidos e não distinguem quem passa férias em Manta Rota à sua custa e como sempre fez, e quem passa férias num Resort Cinco Estrelas, provavelmente à nossa custa.

Velhos Estatistas com horror à iniciativa, como Varela, não distinguem.

Os jovens que as teorias que as Varelas perfilham, empurraram para poder pensar em pouco mais do que como garantir a próxima refeição e querem fazê-lo à sua própria custa, em vez de ser à custa do dinheiro dos contribuintes, talvez distingam.

E quando lhes sobrar tempo - o que acontecerá mais cedo do que as Varelas julgam - vão mandar as Varelas para o sitio onde pertencem: uma ruela bem ao lado das avenidas por onde passa o futuro.



Marques Mendes e o suicídio em direto

Marques Mendes, um elemento da ala esquerda do PSD e dedicado comentador político fez no passado vários serviços à reposição de alguma ética na política.

Lembro o caso de Isaltino e lembro que nem o PS nem o CDS procederam da mesma forma em casos de autarcas com perfil semelhante.

É por isso que custa mais dizer o que direi a seguir, uma vez que se trata de uma pessoa que migrou da troca de investimento público desnecessário por votos na sua base "constituinte" para uma atuação mais limpa. Fez o trajecto que achamos que o PSD tem condições para continuar a fazer e suspeitamos que o PS já não tem, uma vez que parece ter atravessado o ponto de não retorno.

Mas a verdade é que Marques Mendes, tal como Morais Sarmento e Marcelo Rebelo de Sousa, é um comentador charneira do regime e está ligado visceralmente à perpetuação do status quo mais apto.

Liguei a televisão e ouvi Marques Mendes a apelar ao Bloco Central para parar com a guerra dos SWAPs dizendo que ambos perdem, que ninguém quer saber desse assunto e que a continuarem nessa via trata-se de um "suicídio em direto" para ambos os partidos.

Nada mais falso. É verdade que ninguém percebe nada do que são os SWAPs porque o PS e os media de referência - com especial relevo para a SIC, Marques Mendes, Morais Sarmento e Marcelo, tratam que ninguém perceba.

Noutro país todas as pessoas já tinham percebido que há SWAPs tóxicos e SWAPs normais, tal como há chá venenoso e chá normal. Aqui vocifera-se contra o chá e cala-se o problema do chá venenoso, e depois vêm os Marques Mendes dizer que devemos parar a guerra do chá.

Quem tem a perder com a guerra do chá é o PSD de que Marques Mendes faz parte e que vive em saudável convívio com o PS de Sócrates como se esse PS fosse semelhante ao PS de Guterres ou seja o PS histórico.

Ao PSD de uma nova geração que terá de pagar com suor e lágrimas a deriva politicamente criminosa de Sócrates, ocorrida durante o primeiro mandato de Cavaco Silva, a guerra do chá é uma guerra estrutural.

É uma guerra que tem contactos com a vontade do povo de que os responsáveis pela destruição do país têm de ser responsabilizados.

Sem essa guerra acontecerá ao PSD o que aconteceu em Itália e, de forma diversa, na Grécia, aos partidos do status quo: desaparecerá.

O PS corre esse risco e Passos Coelho, mais próximo da nova geração sente o que pessoas como Marques Mendes não sentem. A probabilidade de atravessarmos a crise que agora atravessamos e da nata social portuguesa se manter intocada é menor do que a probabilidade contrária.

Como no passado, o PSD está mais próximo do sentir nacional mais intrínseco e mais sui generis do que o PS.

Deve pois continuar a guerra do chá - hoje com os SWAPs e amanhã com outro crime político dos socratistas.

Nova pérola do PS: A honestidade prejudica a imagem do País.

Escrevi no último post que "O PS é um partido em que a desonestidade política não se cinge a um grupo autolimitado de pessoas. A indiferença para com a verdade, é uma característica sistémica dessa organização que hoje, com a tolerância de boa parte da ala esquerda do PSD, é um dos fatores sistémicos de degradação da democracia."

Apesar do BE e, em menor grau, do PCP também faltarem à verdade frequentemente, trata-se aqui duma coisa diferente. Se pensarmos especificamente  no PC, percebemos que eles acreditam em boa parte do que dizem e assim, boa parte do que nos distancia deles é político e não ético. O mesmo acontece com a ideologia fascista. Quer os comunistas quer os fascistas têm uma visão guerreira da estrutura do mundo e essa visão informa a sua interpretação dos factos concretos. O BE é um fenómeno de transição entre esse tipo de mitomania estrutural, esse tipo de delírio filosófico, e o charlatanismo típico do Partido Socialista.

O PS quando mente sabe que mente. Sabe que falseia para obter vantagem. Não acredita no que diz. Desperta mais repulsa do ponto de vista humano. Sabe que mal chegue ao governo fará exatamente o contrário do que afirma hoje que fará. Tem um discurso de oposição e um discurso de poder e entre os dois a distancia é inadmissível. O mesmo fenómeno existe no PSD mas aqui é duma escala logarítmica inferior e mais contido à sua ala esquerda, por isso menos prioritária para nós.

Isto tem a ver com culturas de grupo. Não tem a ver com comportamentos individuais criminosos - esses possivelmente mais frequentes entre militantes do PSD como vemos em Dias Loureiro, em Duarte Lima, etc.

Voltando a sub-culturas organizadas (de grupo) e para quem tem dúvidas sobre a manobra da SIC e do Partido Socialista, de uso de documentos grosseiramente falsificados, forjados, para tentar enlamear o Governo então é de atentar neste outro curioso facto:

O PS declarou, preto no branco, que a denuncia de falsificação de documentos prejudica o País no estrangeiro.

Leiam esta pérola única.

Duvido que se encontre em qualquer outro país da europa um exemplo factual tão direto sobre a desonestidade de um grande partido e, principalmente, sobre a usual tolerância da imprensa main-stream em relação a essa desonestidade.

Noutros lados uma declaração destas seria notícia de primeira página.

O PS declara que a denúncia de falsificação de documentos por parte de forças que fazem o jogo dos Socratistas prejudica Portugal. A verdade prejudica Portugal.

Percebe-se a coerência: Sócrates faz bem ao País e a Verdade é prejudicial.

Pais Jorge, o colaborador de Sócrates, e a desonestidade do PS

O PS é um partido em que a desonestidade política não se cinge a um grupo autolimitado de pessoas.

A desonestidade política, a indiferença para com a verdade, é uma característica sistémica dessa organização que hoje, com a tolerância de boa parte da ala esquerda do PSD é um dos fatores sistémicos de degradação da democracia.

É por isso altamente desaconselhável para o Governo trazer para o executivo elementos que tenham colaborado prolongadamente com o PS de Sócrates.

Pais Jorge pode ter sido agora vítima da pulsão criminal que orbita o Partido Socialista e que não tem qualquer pejo em falsificar documentos e alimentar com eles a SIC, sendo de seguida usados na campanha do PS.

Mas Pais Jorge tem um currículo de colaborador de Sócrates, negociando pelo lado do Estado, os ruinosos contratos de concessões de estradas em todo o País.

Sabemos que é difícil encontrar num país pequeno como Portugal pessoas com competência na área financeira que não tenham ou trabalhado para os grandes bancos ou para os Governos despesistas de Guterres ou ruinosos de Sócrates.

Mas é indispensável procurar essa pouca gente que ainda existe e trazê-los para os cargos de decisão política.

Os demais devem ter apenas funções técnicas e, mesmo nos serviços técnicos, nunca funções de direção

sábado, 10 de agosto de 2013

Guerra civil no PS, precisa-se.

Há nas pessoas, mesmo nas que têm graves limitações cognitivas como TóZero Seguro, um natural instinto de sobrevivência.

Atacado da forma certa - concorda ou não com o que fizeram os socratistas - a resposta natural de Seguro seria dizer 1º eu não tive nada a ver com essa gente e 2º essa gente já foi julgada em eleições.

Isto seria fácil, não fosse o golpe de estado que Sócrates e Soares operaram no Largo do Rato, precipitado pela iniciativa Presidencial.

Não sendo fácil para Seguro, sendo este um bébé chorão, ainda assim há o instinto de sobrevivência. Esse instinto empurra Seguro contra os socratistas.

O PSD deve insistir nesse caminho pois nele não há boa saída para Seguro. Deve, usando os inúmeros exemplos concretos que envolvem cúmplices de Sócrates na destruição do país, pegar em cada um e  repetir a questão "concorda ou não com o que fez o socratista A ou B que agora trabalha com Seguro ou é candidato pelo PS a este ou aquele cargo.

Antes da inevitável queda de Seguro, este chamuscará Sócrates e os Socratistas.

No limite podia sair a Passos a Sorte Grande duma guerra civil no PS.

Quando o PS foi atacado pelo BE / PC e pela coligação CDS / PSD na discussão da moção de censura dos Verdes, viu-se a dificuldade do PS e a tentação da sua bancada para reverter para a fórmula Socrática. Essa fórmula é um suicídio estando o PS na oposição. Só funciona com cargos para distribuir.

Na oposição o PS tem de dizer que é de esquerda e não sobrevive se a esquerda e a direita disserem que o PS é igual a Sócrates - com a esquerda dizer que com o PS temos a mesma austeridade porque Sócrates é memorando e austeridade e a direita a dizer que com o PS voltamos ao endividamento porque Sócrates foi endividamento e as propostas de Seguro são endividamento.

O PS precisa que quem ataca Sócrates pela direita, seja descredibilizado, branqueando a ação do Governo Sócrates e fingindo que o Memorando original era diferente deste e quem quem ataca o PS pela esquerda seja amenizado pela esperança de um frentismo de esquerda. A aproximação do BE ao PS poderia matar o BE mas transitoriamente anularia o PC.

O que o PS precisa, em resumo, é de atacar  PSD / CDS, criando no eleitorado de centro a ideia de que Sócrates não teria feito o que o Governo faz em termos de austeridade - ou seja persuadi-los que a austeridade não era inevitável  -  sem ter de defender explicitamente o Falso pela boca dos socratistas. Para isto é que é necessário Seguro que não é (ainda) conotado com Sócrates.

Ora isto só funcionaria se o Governo mantivesse a ideia inocente de não recriminar o passado e de não identificar o PS presente (pejado de socratistas) com esse passado de destruição do interesse nacional.

Ao atacar o passado, e o PS cúmplice com esse passado, como começou a fazer com o caso SWAP, o Governo põe em causa a estabilidade interna do PS.

Alguns comentadores, talvez não tenham percebido a mudança de estratégia que Passos está a operar e porque é que Albuquerque não pode sair.

Foi Passos quem pediu a Albuquerque que atacasse o PS nas SWAP.

Nem Portas, nem Passos, nem Cavaco poderiam imaginar o efeito positivo das suas ações na crise irrevogável e é dessas ações que surgiu neste governo a força e o nicho de oportunidade para a mudança de estratégia em relação ao período Sócrates. A crise irrevogável terminou a guerra civil no Governo e permitiu a guerra do Governo contra o PS.

As coisas são o que são e renascida dessa crise a coligação fará o PS pagar uma enorme fatura.

Na hipótese de Taluda, a fatura será a transplantação da guerra civil para o polvo rosa.


O PSD lê o Supraciliar - bom para ele, mau para os Socratistas

O PSD começa a mexer. Começa a fazer perguntas difíceis ao PS.

O PS não pode responder e insulta forte e feio - acusa o líder parlamentar do PSD de ser nem mais nem menos que soez.

Como eu expliquei o problema do PS é o problema dos socratistas, nomeadamente o proto-príncipe que se prepara para uma vitória em Lisboa.

Os socratistas necessitam de branquear a tragédia para Portugal que foi o Governo Sócrates pois, caso o não consigam fazer, têm mais dificuldade em voltar ao poder.

Os socratistas além de quererem o poder, como é normal e óbvio, têm muito a perder com a perda do poder.

Essa perda tem a ver com o que sabemos e com o que ainda não sabemos - mas saberemos.

Sócrates voltou para ter um púlpito televisivo a partir do qual pode enlamear quem chamar o boi pelo nome.

A estratégia do PSD tem de ser a do ataque puro e continuado aos cúmplices de Sócrates.

Parece que ao deixar-se de ilusões convoca a face mais trauliteira do PS e, mais do que isso, pressiona a Seguro a definir-se como cúmplice ou não de Sócrates.

Ora isso é difícil para Seguro.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

14 de Agosto 2013

Nesse dia o INE publica os dados da evolução do produto no segundo trimestre.

Se tiver tido uma evolução positiva, batendo certo com a evolução do emprego é indispensável que Portas explique à troika que não se pode atirar fora o bébé com a água do banho.

Não se pode atirar fora o bébé com a água do banho.

Balsemão, o nosso pequeno Berlusconi, contra-ataca

Balsemão, o nosso pequeno Berlusconi, e conhecido grupo de imprensa que tem atacado sistematicamente os Governos da ala direita do PSD (Durão Barroso, Santana Lopes e Passos Coelho) e que propagandeou um documento forjado fez hoje 3 perguntas ao Governo:

1º)  O Governo deve esclarecer se houve ou não manipulação de documentos.

Meu caro Berlusconi, o Ministério da Finanças já tinha respondido antes de ricos da sua laia (como diz Pacheco Pereira) terem perguntado: Sim, houve e é desonesta.


2º) Que documentos foram forjados?

Meu caro Berlusconi o Ministério da Finanças já tinha respondido antes do Sr. Tubarão ter perguntado: foi o documento que Vs. Excias propaganderam para fazer favores aos Socratistas.

3º) Quem forjou o documento?

Ora, ora caro Berlusconi ... porque não pergunta isso ao Balsemão?

Enquanto em Portugal desce, na Grécia o desemprego atinge máximos históricos. Sazonal?

Parece que há um caminho para se continuar a cair como se não houvesse fundo.

O caminho Socrático de que as dívidas não são para pagar como a Grécia seguiu.

O caminho dos colaboracionistas com Sócrates que nunca levantaram a voz para impedir que se mascarasse o déficite com mil e um truques, mesmo quando Ferreira Leite e tantos outros alertavam para a espiral impagável da dívida.

O não pagamos a dívida nem emagrecemos o Estado até ser tarde demais.

Votar macissamente no Bloco de Esquerda. Eleger tipos que não tiram cursos, falam do que não sabem e vomitam veneno contra tudo o que mexe; eleger inspetoras cubanas que interrogam os sérios.

Parece que, quando nós melhoramos e a Grécia continua a cair, a teoria de só não pioramos porque batemos num imaginário fundo, fica sem base de sustentação... sem fundo, digamos.

O que Portugal conseguiu é pouco para a devastação que já ocorreu e a que ocorrerá durante 2014.

Mas é muito para a pesada herança Socrática.

Se Seguro der com a língua nos dentes os Socratistas dão-lhe tau-tau

Quando após a queda de um Governo politicamente criminoso como o foi o de Sócrates e aparece um líder não conotado com o governo derrotado, como Seguro, o que seria normal é que, perante ataques que envolvem o PS no buraco dos SWAPs Tóxicos, Seguro dissesse "não fiz parte desse governo", "não tenho nada a ver com isso" antes de dizer o que lhe aprouvesse - mesmo que fosse defender esse governo.

Ora isso nunca acontece.

Porquê?

Porque ocorreu um golpe de estado palaciano no Largo do Rato e Seguro foi aprisionado pelos Socratistas e até pelo avô Soares. Se levanta cabelo dão-lhe tau-tau e ele chora. Uma vez disse que ele é que era o presidente da junta e Soares respondeu logo que "o PS não é de Seguro".

Esta situação ocorreu pela virulência desesperada dos Socratistas, que têm muito a perder, e pela particular incompetência de Seguro.

Seguro, assustadiço por pouco, escassamente dotado intelectualmente, foi enganado pelos Socratistas, por Cavaco e outra vez pelos Socratistas. Já é gozar com o Anão

É confrangedor quando um homem que, tendo em conta o seu talento, nunca devia passar de chefe de gabinete de um sub-secretário de estado é colocado como candidato a Primeiro-ministro.

Sócrates e os seus Ex-Ministros Esganam Peluches

Após o convite do PSD Sócrates e vários dos seus ex-ministros, alguns dos quais conhecidos pelo seu estilo "Português Suave",  foram vistos, à falta de melhor alternativa, a esganar peluches.

Aguardam-se os comentários do Rapaz Que Não Tirou O Curso (não é Relvas, é o cubano) e da Inspetora Ana Drago.

Seguro, continua a chorar.

That's the way PSD.