domingo, 23 de novembro de 2014
Sócrates e Elina Fraga, Bastonária da Ordem dos Advogados
Será que Elina Fraga, a bastonária da Ordem dos Advogados, se vai prestar para fazer para o PS o trabalhinho que José Miguel Júdice fez no caso Carlos Cruz / Paulo Pedroso?
Sócrates e Costa: o azar de haver o Partido Livre
António Costa tem um problema prático. Uma das partes que alinhou ao lado do PS na teoria da conspiração, de forma a tentar salvar Paulo Pedroso e Carlos Cruz, tem agora um partido que compete com o PS pelo mesmo eleitorado: o Livre.
O Livre não vai apenas canibalizar o BE, vai tentar canibalizar o PS.
O interesse objectivo do Livre é que o PS caia sem se destruir. Isso pode passar por uma ajuda apenas suave a José Sócrates, de forma a manterem a sintonia emocional com o eleitorado da esquerda PS, facilitando a transferência de votos, sempre tão clubísticos em Portugal.
É diferente o "apoio suave" da campanha aberta que montaram com Paulo Pedroso. Se o PS avançar para a cabala contra a Justiça está quase só.
Sócrates: o dilema de Costa
Costa tem um dilema com Sócrates.
Se o PS não montar uma urdidura como fez no caso da pedofilia, será esmagado pela Justiça, pois os sinais de que Sócrates é corrupto são avassaladores há muitos anos, mesmo se até agora nunca provados.
Se montar uma urdidura contra os Juízes e os tribunais, o PS vai ter de travar durante 2015 uma batalha em duas frentes: uma contra a Justiça e outra contra o governo.
Pode sair-lhe a sorte grande e o governo entrar nessa batalha e entrar mal, permitindo ao PS transformá-la numa batalha política. É improvável que o PSD e o CDS caiam nessa tentação. Provavelmente vão ficar calados diminuindo a chance do PS ter sucesso na invenção duma cabala contra si, como fez no caso da pedofilia, em que fingiu que existia um príncipe negro na sombra que manipulava, através duma organização secreta, as crianças alegadamente violadas por Pedroso, os educadores dessas crianças, os pediatras, a polícia judiciária, a procuradoria da república e os juízes.
Quem é esse Príncipe Negro? perguntou na altura o procurador. Como consegue ser Todo-Poderoso? Como recruta os seus agentes? Quem são os seus agentes? Onde está a sua sede? Como se financia?
Depois do caso Paulo Pedroso o PS governou anos a fio, tendo na sua mão o ministério da justiça, a administração interna (nas mãos de Costa) e outros. Descobriu esse príncipe negro? Não descobriu. Porquê? Porque não existe.
Agora, pretender como se esboça, que o Principe Negro que não existe está de volta, é uma teoria da conspiração que não vai funcionar tão facilmente. As provas contra Sócrates, suspeito, não são apenas testemunhas. São provas documentais.
Mas o drama de Costa permanece: que caminho seguir?
Daniel Oliveira hesita no Expresso
Daniel Oliveira, mais inteligente que Clara Ferreira Alves (também não é difícil), escreve de forma cautelosa. Ainda não aderiu à campanha contra a justiça.
Provavelmente Daniel Oliveira suspeita duma coisa que Clara não percebe pois limita-se a vomitar as cassetes da ideologia dominante:
O caso contra Sócrates não se vai basear apenas em testemunhos, por credíveis que sejam, como foi o caso da Pedofilia contra Carlos Cruz e Paulo Pedroso. Há documentos.
No caso Sócrates a máquina judicial já aprendeu com a ofensiva do PS contra a Justiça. Sabe o que vem aí. Pensou nisso.
Daniel Oliveira suspeita que contra Sócrates a coisa pia mais fino.
Maria de Lurdes Rodrigues
O Diretor do Expresso escreve hoje on-line um artigo bem mais equilibrado que o desvairado artigo de Clara Ferreira Alves. Diz uma coisa com que concordo, mesmo sem provas para isso. A ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues parece ter sido condenada injustamente por um tribunal. Recorreu. Mas, recordo, a senhora tem uma carreira académica sólida, não dedicou a sua vida a mentir, a destruir um país, a viver uma vida faustosa que os seus rendimentos oficiais não podiam justificar, não publicou leis para se proteger no futuro e ninguém a acusou de ter roubado em corrupção milhões e milhões de euros ao povo.
Sócrates é um caso bem diferente.
Com Sócrates o lema vinha com o seguinte travo:
Paguem-nos impostos para nós darmos o vosso dinheiro aos nossos amigos.
Sócrates: Avança a bom ritmo a difamação contra a justiça, a caminho da cabala contra a justiça
A campanha de difamação contra a justiça e a sua concorrência a caminho da cabala contra a justiça progride por parte do PS e seus aliados.
Vimos isto no Caso Casa Pia para proteger pedófilos com acusações transitadas em julgado e em que as provas que incriminaram os criminosos incriminavam também o número dois do PS - Paulo Pedroso.
Estratégia?: mesma de sempre. Demonização das vítimas (como no processo da Pedofilia), dos defensores das vítimas (na Pedofilia os educadores da vítimas, os médicos das vítimas, da polícia e a demonização dos defensores do apuramento da verdade (procuradores e tribunais) + insulto a quem passe a mensagem da parte contrária (jornais como o Sol que interesses estabelecidos tentaram destruir) + teoria da conspiração sem provas.
Vejam hoje no site do expresso o artigo de Clara Ferreira Alves, cheio de vícios de pensamento mal-intencionados porque dirige esses vícios em grande parangonas para defender aliados (o PS) mas voa baixinho quando o alvos estão no outro lado.
Um procedimento processual, mesmo quando acertado, se tiver por alvo o PS ou a esquerda é crime lesa majestade. Quando tem por alvo o outro lado (o governo e as empresas que não estão a soldo do PS) é um detalhe esquecido e o que interessa é a substância da questão.
Alegada corrupção de Sócrates: Vida privada?
Ângelo Correia do PSD e figuras do PS avançaram com um argumento conhecido por essa bandas: os putativos crimes de Sócrates seriam assuntos da sua vida privada e nada teriam a ver com o PS.
Mas o Sr. Sócrates não cometeu alegadamente os crimes que cometeu durante o exercício de funções públicas e usando a influência que adquiriu por ter o cargo público que tinha?
Não Ângelo Correia.
Para o corrupto que embolsa vinte milhões, a fortuna parece-lhe de facto muito privada.
Mas para nós que a pagámos com os nossos impostos parece-nos uma coisa muito pública.
Fica a questão de saber porque sai a terreiro parte da classe política para defender o indefensável em José Sócrates.
Mas o Sr. Sócrates não cometeu alegadamente os crimes que cometeu durante o exercício de funções públicas e usando a influência que adquiriu por ter o cargo público que tinha?
Não Ângelo Correia.
Para o corrupto que embolsa vinte milhões, a fortuna parece-lhe de facto muito privada.
Mas para nós que a pagámos com os nossos impostos parece-nos uma coisa muito pública.
Fica a questão de saber porque sai a terreiro parte da classe política para defender o indefensável em José Sócrates.
sábado, 22 de novembro de 2014
Percebem agora para que serve o programa de Sócrates na RTP?
Avisei por escrito no passado e repito agora:
O programa de Sócrates na RTP tinha como plano dar-lhe uma tribuna para atacar a justiça. Quando for libertado, se a RTP alinhar (como se espera que alinhe) o maior criminoso político desde Vasco Gonçalves, demonstrará como é patético e ineficaz o silencio do Ministério Público.
O programa de Sócrates na RTP tinha como plano dar-lhe uma tribuna para atacar a justiça. Quando for libertado, se a RTP alinhar (como se espera que alinhe) o maior criminoso político desde Vasco Gonçalves, demonstrará como é patético e ineficaz o silencio do Ministério Público.
O silêncio dos procuradores
Ao contrário do que acontece nos países civilizados, entre nós a Procuradoria não dá entrevistas à imprensa. O procurador que acuse um putativo criminoso poderoso, como alegadamente será José Sócrates, é alvo duma campanha pública dos defensores do acusado, no caso de Sócrates vimos já hoje, no dia zero, o branqueador de serviço na SIC, ou João Soares ou mesmo o Francisco Louçã.
O procurador não responde.
Apanha e não responde.
A coisa torna-se unilateral: os advogados do Sr. Poderoso aparecerão constantemente na televisão como vimos com Paulo Pedroso e Carlos Cruz. O procurador cala-se.
Isto não defende a independência, a isenção ou a autoridade da justiça. Fragiliza-a e permite que seja julgada nas televisões sem se defender.
Já começaram as cenas que todos recordamos: Costa declara-se amigo do putativo criminoso, Louçã e Soares apareceram a questionar a detenção de Sócrates para prestar declarações.
Percebemos que da sua casa Sócrates podia proceder à destruição de provas. Louçã não.
O procurador não responde.
Apanha e não responde.
A coisa torna-se unilateral: os advogados do Sr. Poderoso aparecerão constantemente na televisão como vimos com Paulo Pedroso e Carlos Cruz. O procurador cala-se.
Isto não defende a independência, a isenção ou a autoridade da justiça. Fragiliza-a e permite que seja julgada nas televisões sem se defender.
Já começaram as cenas que todos recordamos: Costa declara-se amigo do putativo criminoso, Louçã e Soares apareceram a questionar a detenção de Sócrates para prestar declarações.
Percebemos que da sua casa Sócrates podia proceder à destruição de provas. Louçã não.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Vitória de Costa
Discurso fraco, mas isso já se sabia. O homem não nada para dizer.
Discurso feio, antidemocrático.
Socrático. O mesmo homem que protegeu Paulo Pedroso está de volta.
Discurso feio, antidemocrático.
Socrático. O mesmo homem que protegeu Paulo Pedroso está de volta.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Costa e Barroso
Costa lembra-me Barroso.
Os dois tinham / têm uma entourage que os reclamava / reclama como grandes líderes da nova geração.
Em ambos os casos quanto mais falarem mais se afundam.
A mensagem de Costa então, é cristalina: comigo o PS tem mais possibilidades de vencer. Eis o cerne da sua alternativa: ele próprio.
Ambos tinham / têm como adversários funcionários sem ideias nem ideologia. Um Nogueira e o outro Seguro.
Os dois tinham / têm uma entourage que os reclamava / reclama como grandes líderes da nova geração.
Em ambos os casos quanto mais falarem mais se afundam.
A mensagem de Costa então, é cristalina: comigo o PS tem mais possibilidades de vencer. Eis o cerne da sua alternativa: ele próprio.
Ambos tinham / têm como adversários funcionários sem ideias nem ideologia. Um Nogueira e o outro Seguro.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Golpe de Estado no PS?
Em curso.
Em todas as frentes. Incluíndo a bancada dos deputados (escolhida por Sócrates)
Diz muito da natureza de Costa.
Também diz muito da sua natureza os nomes que o apoiam: Freitas do Amaral, Ferro Rodrigues, José Sócrates, Mário Soares. O mais triste, Freitas, declara qual virgem enganada "eu tinha consideração por Seguro, mas..". Pois. Se surgir um candidato com melhor imprensa que Costa, tu até tinhas consideração por Costa..."
Como dizia Soares "feio, feio é perder".
Para ganhar vale tudo.Até o mais plebliscitário dos populismos, desde que traga na travessa
a cabeça dos adversários dos nossos amigos.
Em todas as frentes. Incluíndo a bancada dos deputados (escolhida por Sócrates)
Diz muito da natureza de Costa.
Também diz muito da sua natureza os nomes que o apoiam: Freitas do Amaral, Ferro Rodrigues, José Sócrates, Mário Soares. O mais triste, Freitas, declara qual virgem enganada "eu tinha consideração por Seguro, mas..". Pois. Se surgir um candidato com melhor imprensa que Costa, tu até tinhas consideração por Costa..."
Como dizia Soares "feio, feio é perder".
Para ganhar vale tudo.Até o mais plebliscitário dos populismos, desde que traga na travessa
a cabeça dos adversários dos nossos amigos.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Um problema chamado Marinho Pinto
Já repararam no silêncio?
Tratasse-se do Livre, pelo mesmo que Marinho Pinto conseguiu nas urnas, falar-se-iam horas atrás de horas nas televisões.
A esquerda, sempre histriónica, está caladinha. Percebe-se que Marinho Pinto não é um deles.
Os media fazem o silêncio suportável. Percebe-se que Marinho Pinto não faz parte das cliques do politicamente correto que alimenta as empresas do regime.
A direita está estonteada e teme a erosão da sua base de apoio por um MPT de Ribeiro Telles, com uma voz da altura de Marinho Pinto.
Na forma como alegadamente se usam todos os truques para excluir as candidaturas presidenciais de discurso imprevisível, ou seja livre, percebe-se o medo do status quo.
Como uma das especialidades da esquerda é a mentira grosseira, incluíndo a falsidade do seu discurso sobre a mentira propriamente dita, Marinho e a sua voz de trovão corre o risco de fazer muito mal a essa gente.
Vai ser divertido.
Tratasse-se do Livre, pelo mesmo que Marinho Pinto conseguiu nas urnas, falar-se-iam horas atrás de horas nas televisões.
A esquerda, sempre histriónica, está caladinha. Percebe-se que Marinho Pinto não é um deles.
Os media fazem o silêncio suportável. Percebe-se que Marinho Pinto não faz parte das cliques do politicamente correto que alimenta as empresas do regime.
A direita está estonteada e teme a erosão da sua base de apoio por um MPT de Ribeiro Telles, com uma voz da altura de Marinho Pinto.
Na forma como alegadamente se usam todos os truques para excluir as candidaturas presidenciais de discurso imprevisível, ou seja livre, percebe-se o medo do status quo.
Como uma das especialidades da esquerda é a mentira grosseira, incluíndo a falsidade do seu discurso sobre a mentira propriamente dita, Marinho e a sua voz de trovão corre o risco de fazer muito mal a essa gente.
Vai ser divertido.
sábado, 7 de junho de 2014
Erro político de Costa
Como saberá quem lê estas páginas, tenho pouca admiração pelo intelecto de Seguro.
Não estarei só nessa apreciação.
Também saberão que, apesar de considerar que salta à vista que Costa lhe é superior, levanto sérias dúvida à ação política de Costa, nomeadamente pelo seu branqueamento da ação politicamente criminosa de Sócrates e por ter colaborado na cabala contra a justiça que alegadamente conseguiu que Paulo Pedroso não fosse julgado pelos crimes sexuais contra crianças pobres, à guarda do Estado que o PS comandou durante a maior parte do tempo após a implantação da democracia.
Agora Costa comete um gravíssimo erro político: cola-se a José Sócrates definitivamente.
Ninguém gosta de Sócrates, um mentiroso, um vaidoso, um incompetente e um indivíduo politicamente criminoso.
Ao assumir como sua a herança de Sócrates Costa perde em duas frente: perda a frescura de um líder novo e único e oferece a Seguro da oportunidade de o atacar via Sócrates.
Se Seguro não acabar com ele, o PSD acabará, seguindo o mesmo caminho.Terá nessa altura boa parte do PS a ter dificuldade em discordar, se o PSD repetir exatamente as mesmas palavras dos apoiantes de Seguro: Costa representa tudo o que Portugal rejeita em Sócrates.
Não estarei só nessa apreciação.
Também saberão que, apesar de considerar que salta à vista que Costa lhe é superior, levanto sérias dúvida à ação política de Costa, nomeadamente pelo seu branqueamento da ação politicamente criminosa de Sócrates e por ter colaborado na cabala contra a justiça que alegadamente conseguiu que Paulo Pedroso não fosse julgado pelos crimes sexuais contra crianças pobres, à guarda do Estado que o PS comandou durante a maior parte do tempo após a implantação da democracia.
Agora Costa comete um gravíssimo erro político: cola-se a José Sócrates definitivamente.
Ninguém gosta de Sócrates, um mentiroso, um vaidoso, um incompetente e um indivíduo politicamente criminoso.
Ao assumir como sua a herança de Sócrates Costa perde em duas frente: perda a frescura de um líder novo e único e oferece a Seguro da oportunidade de o atacar via Sócrates.
Se Seguro não acabar com ele, o PSD acabará, seguindo o mesmo caminho.Terá nessa altura boa parte do PS a ter dificuldade em discordar, se o PSD repetir exatamente as mesmas palavras dos apoiantes de Seguro: Costa representa tudo o que Portugal rejeita em Sócrates.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Sketch humorístico imita Assunção Esteves
Vejam este sketch humorístico com uma imitação perfeita de Assunção Esteves, muito bem caracterizada e com uma voz muito semelhante à da Presidente da Assembleia da República.
O texto é muito fraquinho, mas o resto é de primeira água.
Está de parabéns o humor made in Portugal.
O texto é muito fraquinho, mas o resto é de primeira água.
Está de parabéns o humor made in Portugal.
Dux e os julgamentos populares
Não tenho informação que chegue para comentar a relação entre as praxes académicas na Lusófona e a morte de seis jovens na praia do Meco.
Li pouco sobre o tema mas há um assunto lateral que gostaria de comentar: o insulto fácil de desconhecidos quando se destratam os estudantes da Lusófona como um todo.
Na Lusófona, como noutras Universidades, pode haver pessoas que se portam mal e mal de forma inaceitável, mas há também jovens a lutar para conseguir alguma coisa da sua vida.
Esses jovens devem ser respeitados.
Uma certa esquerda gosta muito de usar os julgamentos populares quando estes lhes são de maré.
Eu prefiro a justiça e a verdade.
Li pouco sobre o tema mas há um assunto lateral que gostaria de comentar: o insulto fácil de desconhecidos quando se destratam os estudantes da Lusófona como um todo.
Na Lusófona, como noutras Universidades, pode haver pessoas que se portam mal e mal de forma inaceitável, mas há também jovens a lutar para conseguir alguma coisa da sua vida.
Esses jovens devem ser respeitados.
Uma certa esquerda gosta muito de usar os julgamentos populares quando estes lhes são de maré.
Eu prefiro a justiça e a verdade.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O Corta-Fitas, o Público e o complexo politico-mediático
O blog Corta-Fitas apresenta mais um exemplo de como funciona o complexo político-mediático, a propósito da campanha de desinformação do Público.
Tenho vindo a chamar a atenção para este fenómeno há algum tempo.
A SIC não lhe fica atrás, como também tenho recordado.
Os interesses da clique que tomou conta do país, os verdadeiros donos de Portugal que muitos dos empresários ensaboam pois dependem do Estado numa simbiose bem conhecida, passam pelo controlo não apenas da informação mas da mundivisão de que a informação depende para ser compreendida.
Esse complexo politico-mediático tem uma verdade oficial que é dogmática como qualquer religião e considera herege quem se desvia da ortodoxia.
Um exemplo recentemente comentado noutro blog é o do humor, com a observação certeira de que é proibido fazer humor com gente que se põe a jeito como Mário Soares, Freitas do Amaral, Manuel Alegre, Francisco Balsemão, Daniel Oliveira, bem como Ana Drago, Francisco Louçã e outros. A partir da ala esquerda do PS a proibição é total.
Da mesma forma é proibido fazer humor com o Islamo-fascismo.
Tenho vindo a chamar a atenção para este fenómeno há algum tempo.
A SIC não lhe fica atrás, como também tenho recordado.
Os interesses da clique que tomou conta do país, os verdadeiros donos de Portugal que muitos dos empresários ensaboam pois dependem do Estado numa simbiose bem conhecida, passam pelo controlo não apenas da informação mas da mundivisão de que a informação depende para ser compreendida.
Esse complexo politico-mediático tem uma verdade oficial que é dogmática como qualquer religião e considera herege quem se desvia da ortodoxia.
Um exemplo recentemente comentado noutro blog é o do humor, com a observação certeira de que é proibido fazer humor com gente que se põe a jeito como Mário Soares, Freitas do Amaral, Manuel Alegre, Francisco Balsemão, Daniel Oliveira, bem como Ana Drago, Francisco Louçã e outros. A partir da ala esquerda do PS a proibição é total.
Da mesma forma é proibido fazer humor com o Islamo-fascismo.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Jobs for the boys? No - dead for the sick!
A destruição acelerada por Sócrates continua.
Não apenas Unidades de Excelência como a Maternidade Alfredo da Costa, os IPOs, o Hospital de Santa Cruz, a cirurgia dos Capuchos ou a dermatologia do Desterro.
É todo o sistema que está a ser destruído morra quem morrer.
Muitos dos executores da destruição de Sócrates são os mesmíssimos administradores do tempo de Macedo. Os yes-men e yes-women mantiveram-se nos seus postos com a mudança. Para evitar os ataques do PS o Cobrador de Impostos decidiu manter os boys rosa no posto. Estes têm por característica conhecerem à distancia a voz do dono.
Uma das características deste sistema é a sua opacidade. Os dados apresentados pelo ministério da saúde nunca são passíveis de auditoria, nunca são transparentes, nunca são confrontáveis com a realidade. Em boa verdade eles não descrevem a realidade.
É por isso que os governantes e suas famílias só recorrem ao sistema público quando vão direccionados para um conhecimento específico que adquirem no meio social em que se movem.
Nunca vão para a fila onde é atendido o comum dos mortais. Fazem-me lembrar um recente governo Socrático em que a escola pública era muito elogiada mas em que virtualmente todos os governantes tinham os filhos nos colégios privados.
Quando confrontados com este simples facto diziam que não era incoerência sua, mas demagogia e populismo dos ... factos.
Não apenas Unidades de Excelência como a Maternidade Alfredo da Costa, os IPOs, o Hospital de Santa Cruz, a cirurgia dos Capuchos ou a dermatologia do Desterro.
É todo o sistema que está a ser destruído morra quem morrer.
Muitos dos executores da destruição de Sócrates são os mesmíssimos administradores do tempo de Macedo. Os yes-men e yes-women mantiveram-se nos seus postos com a mudança. Para evitar os ataques do PS o Cobrador de Impostos decidiu manter os boys rosa no posto. Estes têm por característica conhecerem à distancia a voz do dono.
Uma das características deste sistema é a sua opacidade. Os dados apresentados pelo ministério da saúde nunca são passíveis de auditoria, nunca são transparentes, nunca são confrontáveis com a realidade. Em boa verdade eles não descrevem a realidade.
É por isso que os governantes e suas famílias só recorrem ao sistema público quando vão direccionados para um conhecimento específico que adquirem no meio social em que se movem.
Nunca vão para a fila onde é atendido o comum dos mortais. Fazem-me lembrar um recente governo Socrático em que a escola pública era muito elogiada mas em que virtualmente todos os governantes tinham os filhos nos colégios privados.
Quando confrontados com este simples facto diziam que não era incoerência sua, mas demagogia e populismo dos ... factos.
Morte de enfarte, erro médico e o Cobrador de Impostos
O cobrador de impostos Paulo Macedo tem vindo a destruir o Serviço Nacional de Saúde desde que tomou posse.
Não tem vindo a destruir o 10º melhor sistema de saúde do mundo como proclamam muitos porque esse sistema nunca existiu. Mas tem vindo a destruir o sistema que havia e que à nossa dimensão era mais que razoável.
Não é original nessa destruição pois ela vem do governo Sócrates.
Uma portuguesa de 67 anos entrou na urgência do Hospital Amadora Sintra com dor no peito. Na triagem os profissionais consideraram-na (como a muitos outros doentes) um caso urgente. Tinha no máximo 1 hora para ser vista por um médico pois foi tida como urgência amarela.
Mas o projecto de destruição implica que não haja médicos de serviço para atender os doentes. Além dessa doente muitas dezenas de outros foram classificados como urgentes. Os escassos médicos que o cobrador de impostos deixa contratar não conseguiram ver essa pessoa senão ao fim de 6 horas. Não foi apenas esta cidadã que levou 6 horas a ser observada - todos os doentes classificados com a faixa amarela levaram 6 horas pelo simples facto de haver menos médicos que o recomendado por ordem do ministro.
Escassos minutos depois dos médicos iniciarem a observação da doente ela morreu.
Quando é que o cobrador de impostos em vez de dizer que os médicos que a viram erraram, tem a decência mínima de dizer que foi o sistema que falhou, sistema criado por ordem dele e que faz dele o responsável - ele e os yes-men e as yes-women - pela morte da cidadã. Não foi quem a viu que falhou ao contrário do que mente o cobrador. Foi quem impediu que tivesse sido vista para poupar dinheiro de forma ineficaz,
Não tem vindo a destruir o 10º melhor sistema de saúde do mundo como proclamam muitos porque esse sistema nunca existiu. Mas tem vindo a destruir o sistema que havia e que à nossa dimensão era mais que razoável.
Não é original nessa destruição pois ela vem do governo Sócrates.
Uma portuguesa de 67 anos entrou na urgência do Hospital Amadora Sintra com dor no peito. Na triagem os profissionais consideraram-na (como a muitos outros doentes) um caso urgente. Tinha no máximo 1 hora para ser vista por um médico pois foi tida como urgência amarela.
Mas o projecto de destruição implica que não haja médicos de serviço para atender os doentes. Além dessa doente muitas dezenas de outros foram classificados como urgentes. Os escassos médicos que o cobrador de impostos deixa contratar não conseguiram ver essa pessoa senão ao fim de 6 horas. Não foi apenas esta cidadã que levou 6 horas a ser observada - todos os doentes classificados com a faixa amarela levaram 6 horas pelo simples facto de haver menos médicos que o recomendado por ordem do ministro.
Escassos minutos depois dos médicos iniciarem a observação da doente ela morreu.
Quando é que o cobrador de impostos em vez de dizer que os médicos que a viram erraram, tem a decência mínima de dizer que foi o sistema que falhou, sistema criado por ordem dele e que faz dele o responsável - ele e os yes-men e as yes-women - pela morte da cidadã. Não foi quem a viu que falhou ao contrário do que mente o cobrador. Foi quem impediu que tivesse sido vista para poupar dinheiro de forma ineficaz,
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