domingo, 23 de novembro de 2014

Daniel Oliveira hesita no Expresso

Daniel Oliveira, mais inteligente que Clara Ferreira Alves (também não é difícil), escreve de forma cautelosa. Ainda não aderiu à campanha contra a justiça.

Provavelmente Daniel Oliveira suspeita duma coisa que Clara não percebe pois limita-se a vomitar as cassetes da ideologia dominante:

O caso contra Sócrates não se vai basear apenas em testemunhos, por credíveis que sejam, como foi o caso da Pedofilia contra Carlos Cruz e Paulo Pedroso. Há documentos.

No caso Sócrates a máquina judicial já aprendeu com a ofensiva do PS contra a Justiça. Sabe o que vem aí. Pensou nisso.

Daniel Oliveira suspeita que contra Sócrates a coisa pia mais fino.

Maria de Lurdes Rodrigues

O Diretor do Expresso escreve hoje on-line um artigo bem mais equilibrado que o desvairado artigo de Clara Ferreira Alves. Diz uma coisa com que concordo, mesmo sem provas para isso. A ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues parece ter sido condenada injustamente por um tribunal. Recorreu. Mas, recordo, a senhora tem uma carreira académica sólida, não dedicou a sua vida a mentir, a destruir um país, a viver uma vida faustosa que os seus rendimentos oficiais não podiam justificar, não publicou leis para se proteger no futuro e ninguém a acusou de ter roubado em corrupção milhões e milhões de euros ao povo.

Sócrates é um caso bem diferente.

Com Sócrates o lema vinha com o seguinte travo:
Paguem-nos impostos para nós darmos o vosso dinheiro aos nossos amigos.

Sócrates: Avança a bom ritmo a difamação contra a justiça, a caminho da cabala contra a justiça

A campanha de difamação contra a justiça e a sua concorrência a caminho da cabala contra a justiça progride por parte do PS e seus aliados.

Vimos isto no Caso Casa Pia para proteger pedófilos com acusações transitadas em julgado e em que as provas que incriminaram os criminosos incriminavam também o número dois do PS - Paulo Pedroso.

Estratégia?: mesma de sempre. Demonização das vítimas (como no processo da Pedofilia), dos defensores das vítimas (na Pedofilia os educadores da vítimas, os médicos das vítimas, da polícia e a demonização dos defensores do apuramento da verdade (procuradores e tribunais) + insulto a quem passe a mensagem da parte contrária (jornais como o Sol que interesses estabelecidos tentaram destruir) + teoria da conspiração sem provas.

Vejam hoje no site do expresso o artigo de Clara Ferreira Alves, cheio de vícios de pensamento mal-intencionados porque dirige esses vícios em grande parangonas para defender aliados (o PS) mas voa baixinho quando o alvos estão no outro lado.

Um procedimento processual, mesmo quando acertado, se tiver por alvo o PS ou a esquerda é crime lesa majestade. Quando tem por alvo o outro lado (o governo e as empresas que não estão a soldo do PS) é um detalhe esquecido e o que interessa é a substância da questão. 

Alegada corrupção de Sócrates: Vida privada?

Ângelo Correia do PSD e figuras do PS avançaram com um argumento conhecido por essa bandas: os putativos crimes de Sócrates seriam assuntos da sua vida privada e nada teriam a ver com o PS.

Mas o Sr. Sócrates não cometeu alegadamente os crimes que cometeu durante o exercício de funções públicas e usando a influência que adquiriu por ter o cargo público que tinha?

Não Ângelo Correia.

Para o corrupto que embolsa vinte  milhões, a fortuna parece-lhe de facto muito privada.

Mas para nós que a pagámos com os nossos impostos parece-nos uma coisa muito pública.

Fica a questão de saber porque sai a terreiro parte da classe política para defender o indefensável em José Sócrates.

sábado, 22 de novembro de 2014

Percebem agora para que serve o programa de Sócrates na RTP?

Avisei por escrito no passado e repito agora:

O programa de Sócrates na RTP tinha como plano dar-lhe uma tribuna para atacar a justiça. Quando for libertado, se a RTP alinhar (como se espera que alinhe) o maior criminoso político desde Vasco Gonçalves, demonstrará como é patético e ineficaz o silencio do Ministério Público.

O silêncio dos procuradores

Ao contrário do que acontece nos países civilizados, entre nós a Procuradoria não dá entrevistas à imprensa. O procurador que acuse um putativo criminoso poderoso, como alegadamente será José Sócrates, é alvo duma campanha pública dos defensores do acusado, no caso de Sócrates vimos já hoje, no dia zero, o branqueador de serviço na SIC, ou João Soares ou mesmo o Francisco Louçã.

O procurador não responde.

Apanha e não responde.

A coisa torna-se unilateral: os advogados do Sr. Poderoso aparecerão constantemente na televisão como vimos com Paulo Pedroso e Carlos Cruz. O procurador cala-se.

Isto não defende a independência, a isenção ou a autoridade da justiça. Fragiliza-a e permite que seja julgada nas televisões sem se defender.

Já começaram as cenas que todos recordamos: Costa declara-se amigo do putativo criminoso, Louçã e Soares apareceram a questionar a detenção de Sócrates para prestar declarações.

Percebemos que da sua casa Sócrates podia proceder à destruição de provas. Louçã não.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Vitória de Costa

Discurso fraco, mas isso já se sabia. O homem não nada para dizer.

Discurso feio, antidemocrático.

Socrático. O mesmo homem que protegeu Paulo Pedroso está de volta.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Costa e Barroso

Costa lembra-me Barroso.
Os dois tinham / têm uma entourage que os reclamava / reclama como grandes líderes da nova geração.
Em ambos os casos quanto mais falarem mais se afundam.
A mensagem de Costa então, é cristalina: comigo o PS tem mais possibilidades de vencer. Eis o cerne da sua alternativa: ele próprio.
Ambos tinham / têm como adversários funcionários sem ideias nem ideologia. Um Nogueira e o outro Seguro.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Viva a Constituição.

Morte aos Estatutos. PS dixit.

Golpe de Estado no PS?

Em curso.

Em todas as frentes. Incluíndo a bancada dos deputados (escolhida por Sócrates)

Diz muito da natureza de Costa.

Também diz muito da sua natureza os nomes que o apoiam: Freitas do Amaral, Ferro Rodrigues, José Sócrates, Mário Soares. O mais triste, Freitas, declara qual virgem enganada "eu tinha consideração por Seguro, mas..". Pois. Se surgir um candidato com melhor imprensa que Costa, tu até tinhas consideração por Costa..."

Como dizia Soares "feio, feio é perder".

Para ganhar vale tudo.Até o mais plebliscitário dos populismos, desde que traga na travessa
 a cabeça dos adversários dos nossos amigos.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Um problema chamado Marinho Pinto

Já repararam no silêncio?
Tratasse-se do Livre, pelo mesmo que Marinho Pinto conseguiu nas urnas, falar-se-iam horas atrás de horas nas televisões.
A esquerda, sempre histriónica, está caladinha. Percebe-se que Marinho Pinto não é um deles.
Os media fazem o silêncio suportável. Percebe-se que Marinho Pinto não faz parte das cliques do politicamente correto que alimenta as empresas do regime.
A direita está estonteada e teme a erosão da sua base de apoio por um MPT de Ribeiro Telles, com uma voz da altura de Marinho Pinto.

Na forma como alegadamente se usam todos os truques para excluir as candidaturas presidenciais de discurso imprevisível, ou seja livre, percebe-se o medo do status quo.

Como uma das especialidades da esquerda é a mentira grosseira, incluíndo a falsidade do seu discurso sobre a mentira propriamente dita, Marinho e  a sua voz de trovão corre o risco de fazer muito mal a essa gente.

Vai ser divertido.

sábado, 7 de junho de 2014

Erro político de Costa

Como saberá quem lê estas páginas, tenho pouca admiração pelo intelecto de Seguro.
Não estarei só nessa apreciação.
Também saberão que, apesar de considerar que salta à vista que Costa lhe é superior, levanto sérias dúvida à ação política de Costa, nomeadamente pelo seu branqueamento da ação politicamente criminosa de Sócrates e por ter colaborado na cabala contra a justiça que alegadamente conseguiu que Paulo Pedroso não fosse julgado pelos crimes sexuais contra crianças pobres, à guarda do Estado que o PS comandou durante a maior parte do tempo após a implantação da democracia.

Agora Costa comete um gravíssimo erro político: cola-se a José Sócrates definitivamente.

Ninguém gosta de Sócrates, um mentiroso, um vaidoso, um incompetente e um indivíduo politicamente criminoso.

Ao assumir como sua a herança de Sócrates Costa perde em duas frente: perda a frescura de um líder novo e único e  oferece a Seguro da oportunidade de o atacar via Sócrates.

Se Seguro não acabar com ele, o PSD acabará, seguindo o mesmo caminho.Terá nessa altura boa parte do PS a ter dificuldade em discordar, se o PSD repetir exatamente as mesmas palavras dos apoiantes de Seguro: Costa representa tudo o que Portugal rejeita em Sócrates.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Sketch humorístico imita Assunção Esteves

Vejam este sketch humorístico com uma imitação perfeita de Assunção Esteves, muito bem caracterizada e com uma voz muito semelhante à da Presidente da Assembleia da República.

O texto é muito fraquinho, mas o resto é de primeira água.

Está de parabéns o humor made in Portugal.

Dux e os julgamentos populares

Não tenho informação que chegue para comentar a relação entre as praxes académicas na Lusófona e a morte de seis jovens na praia do Meco.

Li pouco sobre o tema mas há um assunto lateral que gostaria de comentar: o insulto fácil de desconhecidos quando se destratam os estudantes da Lusófona como um todo.

Na Lusófona, como noutras Universidades, pode haver pessoas que se portam mal e mal de forma inaceitável, mas há também jovens a lutar para conseguir alguma coisa da sua vida.

Esses jovens devem ser respeitados.

Uma certa esquerda gosta muito de usar os julgamentos populares quando estes lhes são de maré.

Eu prefiro a justiça e a verdade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O Corta-Fitas, o Público e o complexo politico-mediático

O blog Corta-Fitas apresenta mais um exemplo de como funciona o complexo político-mediático, a propósito da campanha de desinformação do Público.

Tenho vindo a chamar a atenção para este fenómeno há algum tempo.

A SIC não lhe fica atrás, como também tenho recordado.

Os interesses da clique que tomou conta do país, os verdadeiros donos de Portugal que muitos dos empresários ensaboam pois dependem do Estado numa simbiose bem conhecida, passam pelo controlo não apenas da informação mas da mundivisão de que a informação depende para ser compreendida.

Esse complexo politico-mediático tem uma verdade oficial que é dogmática como qualquer religião e considera herege quem se desvia da ortodoxia.

Um exemplo recentemente comentado noutro blog é o do humor, com a observação certeira de que é proibido fazer humor com gente que se põe a jeito como Mário Soares, Freitas do Amaral, Manuel Alegre, Francisco Balsemão, Daniel Oliveira, bem como Ana Drago, Francisco Louçã e outros. A partir da ala esquerda do PS a proibição é total.

Da mesma forma é proibido fazer humor com o Islamo-fascismo.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Jobs for the boys? No - dead for the sick!

A destruição acelerada por Sócrates continua.

Não apenas Unidades de Excelência como a Maternidade Alfredo da Costa, os IPOs, o Hospital de Santa Cruz, a cirurgia dos Capuchos ou a dermatologia do Desterro.

É todo o sistema que está a ser destruído morra quem morrer.

Muitos dos executores da destruição de Sócrates são os mesmíssimos administradores do tempo de Macedo. Os yes-men e yes-women mantiveram-se nos seus postos com a mudança. Para evitar os ataques do PS o Cobrador de Impostos decidiu manter os boys rosa no posto. Estes têm por característica conhecerem à distancia a voz do dono.

Uma das características deste sistema é a sua opacidade. Os dados apresentados pelo ministério da saúde nunca são passíveis de auditoria, nunca são transparentes, nunca são confrontáveis com a realidade. Em boa verdade eles não descrevem a realidade.

É por isso que os governantes e suas famílias só recorrem ao sistema público quando vão direccionados para um conhecimento específico que adquirem no meio social em que se movem.
Nunca vão para a fila onde é atendido o comum dos mortais. Fazem-me lembrar um recente governo Socrático em que a escola pública era muito elogiada mas em que virtualmente todos os governantes tinham os filhos nos colégios privados.

Quando confrontados com este simples facto diziam que não era incoerência sua, mas demagogia e populismo dos ... factos.


Morte de enfarte, erro médico e o Cobrador de Impostos

O cobrador de impostos Paulo Macedo tem vindo a destruir o Serviço Nacional de Saúde desde que tomou posse.

Não tem vindo a destruir o 10º melhor sistema de saúde do mundo como proclamam muitos porque esse sistema nunca existiu. Mas tem vindo a destruir o sistema que havia e que à nossa dimensão era mais que razoável.

Não é original nessa destruição pois ela vem do governo Sócrates.

Uma portuguesa de 67 anos entrou na urgência do Hospital Amadora Sintra com dor no peito. Na triagem os profissionais consideraram-na (como a muitos outros doentes)  um caso urgente. Tinha no máximo 1 hora para ser vista por um médico pois foi tida como urgência amarela.

Mas o projecto de destruição implica que não haja médicos de serviço para atender os doentes. Além dessa doente muitas dezenas de outros foram classificados como urgentes. Os escassos médicos que o cobrador de impostos deixa contratar não conseguiram ver essa pessoa senão ao fim de 6 horas. Não foi apenas esta cidadã que levou 6 horas a ser observada - todos os doentes classificados com a faixa amarela levaram 6 horas pelo simples facto de haver menos médicos que o recomendado por ordem do ministro.

Escassos minutos depois dos médicos iniciarem a observação da doente ela morreu.

Quando é que o cobrador de impostos em vez de dizer que os médicos que a viram erraram, tem a decência mínima de dizer que foi o sistema que falhou, sistema criado por ordem dele e que faz dele o responsável - ele e os yes-men e as yes-women - pela morte da cidadã. Não foi quem a viu que falhou ao contrário do que mente o cobrador. Foi quem impediu que tivesse sido vista para poupar dinheiro de forma ineficaz,


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Olli Rhen descobre tardiamente que Sócrates era incompetente

Olli Rhen descobriu tardiamente que o Governo de Sócrates e Teixeira dos Santos eram incompetentes e andavam aos papeis.

Andou um ano a falar com Teixeira dos Santos sobre a necessidade de acabar com a bandalheira financeira mas Teixeira não percebia as contas e desculpava-se que a calculadora dele não tinha pilha.

Andou a brincar aos PEC s e só não foi ao PEC 10 porque o dinheiro fisicamente acabou. De PEC em PEC a situação financeira do país colapsava alegremente. Cavaco assobiava para o lado, Medina Carreira avisava que isto ia acabar mal, o povo estava a leste e a Comissão Europeia achava que "porreiro pá".

AntónioCosta?  Costa preparava o ninho para a sua carreira política dar o salto definitivo, enquanto o país ardia.

Vamos todos votar PS nas Europeias

As autárquicas salvaram o TóZero.

Ora sendo Seguro, o Anão, um verdadeiro seguro de vida para o Governo, as europeias surgem como a última chance para Costa tomar o PS.

Costa nunca se demarcou de José Sócrates, o Falso, de que foi ministro. Pelo contrário, anda há anos a branquear a ação do Falso e a tentar reescrever a história desses dias de vergonha.

Vamos portanto votar todos TóZero nas Europeias para manter o Anão na liderança do PS.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Cócó, Ranheta e Facada

Três cidadãos, comentam esta notícia da TSF da forma típica de quem é feito da mesma massa que uma parte dos nossos políticos.

E de que se queixam os aborígenes em causa? Do mesmo que se queixa ToZero Seguro - o aumento da dívida de Estado.

Ora o aumento da dívida, que há muito é declarada como virtualmente impagável, deve-se com Passos a dois fenómenos matemáticos inultrapassáveis e à fiscalização das nossas contas por estrangeiros.

No que toca à intervenção estrangeira a dívida aumentou porque estava escondida por Sócrates ( e Alberto João Jardim) e os estrangeiros quando chegaram abriram todas as gavetas que puderam e deram com os podres dos tugas.

Os fenómenos matemáticos são igualmente simples: uma tem a ver com a mudança das regras do Eurostat como a notícia exemplifica e o outro tem a ver com o facto da economia portuguesa não gerar recursos para pagar os juros da dívida, fazendo com que esta cresça mais devagar mas cresça.

Há muitos anos que Medina Carreira explica isso, devagarinho.

Primeiro pedimos dinheiro emprestado em quantidades maciças, criando uma economia artificial que vivia do dinheiro de fora.

Depois, os juros da dívida atingiram tal valor que para os pagarmos tínhamos de pedir dinheiro emprestado, aumentando por sua vez a dita dívida, os juros a pagar e a necessidade de contrair mais dívida.

É uma conhecida espiral que acaba geralmente na falência.

Passos para evitar a falência e propiciar a solução alternativa que eu tenho antecipado neste blog - o pagamento de parte da nossa dívida pelos alemães ao abrigo de um futuro plano Marshall cujo nome em alemão ainda não foi criado - decidiu ser sério e cumprir os compromissos que estabelecemos com os estrangeiros, ao invés do que fez Sócrates com o PEC I, o PEC II, o PEC III e se preparava para fazer com os PEC IV, V, VI e VII.

Daí o sucesso inesperado do nosso país perante as lideranças das organizações financeiras internacionais. Não eram só os Irlandeses e outros "caras pálidas" que tinham palavra. No sul da europa um povo em crise fazia das tripas coração em vez de gregar. Depois de nós os espanhóis também irlandaram e os italianos preparam para fazer o mesmo. Tratam-se de situações diferentes umas das outras mas com um traço comum: ao contrário do que "sabiam" os alemães, há gente séria a sul.

A coragem dos PIIS foi a morte dos PIIGS e a salvação do euro.