Como saberá quem lê estas páginas, tenho pouca admiração pelo intelecto de Seguro.
Não estarei só nessa apreciação.
Também saberão que, apesar de considerar que salta à vista que Costa lhe é superior, levanto sérias dúvida à ação política de Costa, nomeadamente pelo seu branqueamento da ação politicamente criminosa de Sócrates e por ter colaborado na cabala contra a justiça que alegadamente conseguiu que Paulo Pedroso não fosse julgado pelos crimes sexuais contra crianças pobres, à guarda do Estado que o PS comandou durante a maior parte do tempo após a implantação da democracia.
Agora Costa comete um gravíssimo erro político: cola-se a José Sócrates definitivamente.
Ninguém gosta de Sócrates, um mentiroso, um vaidoso, um incompetente e um indivíduo politicamente criminoso.
Ao assumir como sua a herança de Sócrates Costa perde em duas frente: perda a frescura de um líder novo e único e oferece a Seguro da oportunidade de o atacar via Sócrates.
Se Seguro não acabar com ele, o PSD acabará, seguindo o mesmo caminho.Terá nessa altura boa parte do PS a ter dificuldade em discordar, se o PSD repetir exatamente as mesmas palavras dos apoiantes de Seguro: Costa representa tudo o que Portugal rejeita em Sócrates.
sábado, 7 de junho de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Sketch humorístico imita Assunção Esteves
Vejam este sketch humorístico com uma imitação perfeita de Assunção Esteves, muito bem caracterizada e com uma voz muito semelhante à da Presidente da Assembleia da República.
O texto é muito fraquinho, mas o resto é de primeira água.
Está de parabéns o humor made in Portugal.
O texto é muito fraquinho, mas o resto é de primeira água.
Está de parabéns o humor made in Portugal.
Dux e os julgamentos populares
Não tenho informação que chegue para comentar a relação entre as praxes académicas na Lusófona e a morte de seis jovens na praia do Meco.
Li pouco sobre o tema mas há um assunto lateral que gostaria de comentar: o insulto fácil de desconhecidos quando se destratam os estudantes da Lusófona como um todo.
Na Lusófona, como noutras Universidades, pode haver pessoas que se portam mal e mal de forma inaceitável, mas há também jovens a lutar para conseguir alguma coisa da sua vida.
Esses jovens devem ser respeitados.
Uma certa esquerda gosta muito de usar os julgamentos populares quando estes lhes são de maré.
Eu prefiro a justiça e a verdade.
Li pouco sobre o tema mas há um assunto lateral que gostaria de comentar: o insulto fácil de desconhecidos quando se destratam os estudantes da Lusófona como um todo.
Na Lusófona, como noutras Universidades, pode haver pessoas que se portam mal e mal de forma inaceitável, mas há também jovens a lutar para conseguir alguma coisa da sua vida.
Esses jovens devem ser respeitados.
Uma certa esquerda gosta muito de usar os julgamentos populares quando estes lhes são de maré.
Eu prefiro a justiça e a verdade.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O Corta-Fitas, o Público e o complexo politico-mediático
O blog Corta-Fitas apresenta mais um exemplo de como funciona o complexo político-mediático, a propósito da campanha de desinformação do Público.
Tenho vindo a chamar a atenção para este fenómeno há algum tempo.
A SIC não lhe fica atrás, como também tenho recordado.
Os interesses da clique que tomou conta do país, os verdadeiros donos de Portugal que muitos dos empresários ensaboam pois dependem do Estado numa simbiose bem conhecida, passam pelo controlo não apenas da informação mas da mundivisão de que a informação depende para ser compreendida.
Esse complexo politico-mediático tem uma verdade oficial que é dogmática como qualquer religião e considera herege quem se desvia da ortodoxia.
Um exemplo recentemente comentado noutro blog é o do humor, com a observação certeira de que é proibido fazer humor com gente que se põe a jeito como Mário Soares, Freitas do Amaral, Manuel Alegre, Francisco Balsemão, Daniel Oliveira, bem como Ana Drago, Francisco Louçã e outros. A partir da ala esquerda do PS a proibição é total.
Da mesma forma é proibido fazer humor com o Islamo-fascismo.
Tenho vindo a chamar a atenção para este fenómeno há algum tempo.
A SIC não lhe fica atrás, como também tenho recordado.
Os interesses da clique que tomou conta do país, os verdadeiros donos de Portugal que muitos dos empresários ensaboam pois dependem do Estado numa simbiose bem conhecida, passam pelo controlo não apenas da informação mas da mundivisão de que a informação depende para ser compreendida.
Esse complexo politico-mediático tem uma verdade oficial que é dogmática como qualquer religião e considera herege quem se desvia da ortodoxia.
Um exemplo recentemente comentado noutro blog é o do humor, com a observação certeira de que é proibido fazer humor com gente que se põe a jeito como Mário Soares, Freitas do Amaral, Manuel Alegre, Francisco Balsemão, Daniel Oliveira, bem como Ana Drago, Francisco Louçã e outros. A partir da ala esquerda do PS a proibição é total.
Da mesma forma é proibido fazer humor com o Islamo-fascismo.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Jobs for the boys? No - dead for the sick!
A destruição acelerada por Sócrates continua.
Não apenas Unidades de Excelência como a Maternidade Alfredo da Costa, os IPOs, o Hospital de Santa Cruz, a cirurgia dos Capuchos ou a dermatologia do Desterro.
É todo o sistema que está a ser destruído morra quem morrer.
Muitos dos executores da destruição de Sócrates são os mesmíssimos administradores do tempo de Macedo. Os yes-men e yes-women mantiveram-se nos seus postos com a mudança. Para evitar os ataques do PS o Cobrador de Impostos decidiu manter os boys rosa no posto. Estes têm por característica conhecerem à distancia a voz do dono.
Uma das características deste sistema é a sua opacidade. Os dados apresentados pelo ministério da saúde nunca são passíveis de auditoria, nunca são transparentes, nunca são confrontáveis com a realidade. Em boa verdade eles não descrevem a realidade.
É por isso que os governantes e suas famílias só recorrem ao sistema público quando vão direccionados para um conhecimento específico que adquirem no meio social em que se movem.
Nunca vão para a fila onde é atendido o comum dos mortais. Fazem-me lembrar um recente governo Socrático em que a escola pública era muito elogiada mas em que virtualmente todos os governantes tinham os filhos nos colégios privados.
Quando confrontados com este simples facto diziam que não era incoerência sua, mas demagogia e populismo dos ... factos.
Não apenas Unidades de Excelência como a Maternidade Alfredo da Costa, os IPOs, o Hospital de Santa Cruz, a cirurgia dos Capuchos ou a dermatologia do Desterro.
É todo o sistema que está a ser destruído morra quem morrer.
Muitos dos executores da destruição de Sócrates são os mesmíssimos administradores do tempo de Macedo. Os yes-men e yes-women mantiveram-se nos seus postos com a mudança. Para evitar os ataques do PS o Cobrador de Impostos decidiu manter os boys rosa no posto. Estes têm por característica conhecerem à distancia a voz do dono.
Uma das características deste sistema é a sua opacidade. Os dados apresentados pelo ministério da saúde nunca são passíveis de auditoria, nunca são transparentes, nunca são confrontáveis com a realidade. Em boa verdade eles não descrevem a realidade.
É por isso que os governantes e suas famílias só recorrem ao sistema público quando vão direccionados para um conhecimento específico que adquirem no meio social em que se movem.
Nunca vão para a fila onde é atendido o comum dos mortais. Fazem-me lembrar um recente governo Socrático em que a escola pública era muito elogiada mas em que virtualmente todos os governantes tinham os filhos nos colégios privados.
Quando confrontados com este simples facto diziam que não era incoerência sua, mas demagogia e populismo dos ... factos.
Morte de enfarte, erro médico e o Cobrador de Impostos
O cobrador de impostos Paulo Macedo tem vindo a destruir o Serviço Nacional de Saúde desde que tomou posse.
Não tem vindo a destruir o 10º melhor sistema de saúde do mundo como proclamam muitos porque esse sistema nunca existiu. Mas tem vindo a destruir o sistema que havia e que à nossa dimensão era mais que razoável.
Não é original nessa destruição pois ela vem do governo Sócrates.
Uma portuguesa de 67 anos entrou na urgência do Hospital Amadora Sintra com dor no peito. Na triagem os profissionais consideraram-na (como a muitos outros doentes) um caso urgente. Tinha no máximo 1 hora para ser vista por um médico pois foi tida como urgência amarela.
Mas o projecto de destruição implica que não haja médicos de serviço para atender os doentes. Além dessa doente muitas dezenas de outros foram classificados como urgentes. Os escassos médicos que o cobrador de impostos deixa contratar não conseguiram ver essa pessoa senão ao fim de 6 horas. Não foi apenas esta cidadã que levou 6 horas a ser observada - todos os doentes classificados com a faixa amarela levaram 6 horas pelo simples facto de haver menos médicos que o recomendado por ordem do ministro.
Escassos minutos depois dos médicos iniciarem a observação da doente ela morreu.
Quando é que o cobrador de impostos em vez de dizer que os médicos que a viram erraram, tem a decência mínima de dizer que foi o sistema que falhou, sistema criado por ordem dele e que faz dele o responsável - ele e os yes-men e as yes-women - pela morte da cidadã. Não foi quem a viu que falhou ao contrário do que mente o cobrador. Foi quem impediu que tivesse sido vista para poupar dinheiro de forma ineficaz,
Não tem vindo a destruir o 10º melhor sistema de saúde do mundo como proclamam muitos porque esse sistema nunca existiu. Mas tem vindo a destruir o sistema que havia e que à nossa dimensão era mais que razoável.
Não é original nessa destruição pois ela vem do governo Sócrates.
Uma portuguesa de 67 anos entrou na urgência do Hospital Amadora Sintra com dor no peito. Na triagem os profissionais consideraram-na (como a muitos outros doentes) um caso urgente. Tinha no máximo 1 hora para ser vista por um médico pois foi tida como urgência amarela.
Mas o projecto de destruição implica que não haja médicos de serviço para atender os doentes. Além dessa doente muitas dezenas de outros foram classificados como urgentes. Os escassos médicos que o cobrador de impostos deixa contratar não conseguiram ver essa pessoa senão ao fim de 6 horas. Não foi apenas esta cidadã que levou 6 horas a ser observada - todos os doentes classificados com a faixa amarela levaram 6 horas pelo simples facto de haver menos médicos que o recomendado por ordem do ministro.
Escassos minutos depois dos médicos iniciarem a observação da doente ela morreu.
Quando é que o cobrador de impostos em vez de dizer que os médicos que a viram erraram, tem a decência mínima de dizer que foi o sistema que falhou, sistema criado por ordem dele e que faz dele o responsável - ele e os yes-men e as yes-women - pela morte da cidadã. Não foi quem a viu que falhou ao contrário do que mente o cobrador. Foi quem impediu que tivesse sido vista para poupar dinheiro de forma ineficaz,
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Olli Rhen descobre tardiamente que Sócrates era incompetente
Olli Rhen descobriu tardiamente que o Governo de Sócrates e Teixeira dos Santos eram incompetentes e andavam aos papeis.
Andou um ano a falar com Teixeira dos Santos sobre a necessidade de acabar com a bandalheira financeira mas Teixeira não percebia as contas e desculpava-se que a calculadora dele não tinha pilha.
Andou a brincar aos PEC s e só não foi ao PEC 10 porque o dinheiro fisicamente acabou. De PEC em PEC a situação financeira do país colapsava alegremente. Cavaco assobiava para o lado, Medina Carreira avisava que isto ia acabar mal, o povo estava a leste e a Comissão Europeia achava que "porreiro pá".
AntónioCosta? Costa preparava o ninho para a sua carreira política dar o salto definitivo, enquanto o país ardia.
Andou um ano a falar com Teixeira dos Santos sobre a necessidade de acabar com a bandalheira financeira mas Teixeira não percebia as contas e desculpava-se que a calculadora dele não tinha pilha.
Andou a brincar aos PEC s e só não foi ao PEC 10 porque o dinheiro fisicamente acabou. De PEC em PEC a situação financeira do país colapsava alegremente. Cavaco assobiava para o lado, Medina Carreira avisava que isto ia acabar mal, o povo estava a leste e a Comissão Europeia achava que "porreiro pá".
AntónioCosta? Costa preparava o ninho para a sua carreira política dar o salto definitivo, enquanto o país ardia.
Vamos todos votar PS nas Europeias
As autárquicas salvaram o TóZero.
Ora sendo Seguro, o Anão, um verdadeiro seguro de vida para o Governo, as europeias surgem como a última chance para Costa tomar o PS.
Costa nunca se demarcou de José Sócrates, o Falso, de que foi ministro. Pelo contrário, anda há anos a branquear a ação do Falso e a tentar reescrever a história desses dias de vergonha.
Vamos portanto votar todos TóZero nas Europeias para manter o Anão na liderança do PS.
Ora sendo Seguro, o Anão, um verdadeiro seguro de vida para o Governo, as europeias surgem como a última chance para Costa tomar o PS.
Costa nunca se demarcou de José Sócrates, o Falso, de que foi ministro. Pelo contrário, anda há anos a branquear a ação do Falso e a tentar reescrever a história desses dias de vergonha.
Vamos portanto votar todos TóZero nas Europeias para manter o Anão na liderança do PS.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Cócó, Ranheta e Facada
Três cidadãos, comentam esta notícia da TSF da forma típica de quem é feito da mesma massa que uma parte dos nossos políticos.
E de que se queixam os aborígenes em causa? Do mesmo que se queixa ToZero Seguro - o aumento da dívida de Estado.
Ora o aumento da dívida, que há muito é declarada como virtualmente impagável, deve-se com Passos a dois fenómenos matemáticos inultrapassáveis e à fiscalização das nossas contas por estrangeiros.
No que toca à intervenção estrangeira a dívida aumentou porque estava escondida por Sócrates ( e Alberto João Jardim) e os estrangeiros quando chegaram abriram todas as gavetas que puderam e deram com os podres dos tugas.
Os fenómenos matemáticos são igualmente simples: uma tem a ver com a mudança das regras do Eurostat como a notícia exemplifica e o outro tem a ver com o facto da economia portuguesa não gerar recursos para pagar os juros da dívida, fazendo com que esta cresça mais devagar mas cresça.
Há muitos anos que Medina Carreira explica isso, devagarinho.
Primeiro pedimos dinheiro emprestado em quantidades maciças, criando uma economia artificial que vivia do dinheiro de fora.
Depois, os juros da dívida atingiram tal valor que para os pagarmos tínhamos de pedir dinheiro emprestado, aumentando por sua vez a dita dívida, os juros a pagar e a necessidade de contrair mais dívida.
É uma conhecida espiral que acaba geralmente na falência.
Passos para evitar a falência e propiciar a solução alternativa que eu tenho antecipado neste blog - o pagamento de parte da nossa dívida pelos alemães ao abrigo de um futuro plano Marshall cujo nome em alemão ainda não foi criado - decidiu ser sério e cumprir os compromissos que estabelecemos com os estrangeiros, ao invés do que fez Sócrates com o PEC I, o PEC II, o PEC III e se preparava para fazer com os PEC IV, V, VI e VII.
Daí o sucesso inesperado do nosso país perante as lideranças das organizações financeiras internacionais. Não eram só os Irlandeses e outros "caras pálidas" que tinham palavra. No sul da europa um povo em crise fazia das tripas coração em vez de gregar. Depois de nós os espanhóis também irlandaram e os italianos preparam para fazer o mesmo. Tratam-se de situações diferentes umas das outras mas com um traço comum: ao contrário do que "sabiam" os alemães, há gente séria a sul.
A coragem dos PIIS foi a morte dos PIIGS e a salvação do euro.
E de que se queixam os aborígenes em causa? Do mesmo que se queixa ToZero Seguro - o aumento da dívida de Estado.
Ora o aumento da dívida, que há muito é declarada como virtualmente impagável, deve-se com Passos a dois fenómenos matemáticos inultrapassáveis e à fiscalização das nossas contas por estrangeiros.
No que toca à intervenção estrangeira a dívida aumentou porque estava escondida por Sócrates ( e Alberto João Jardim) e os estrangeiros quando chegaram abriram todas as gavetas que puderam e deram com os podres dos tugas.
Os fenómenos matemáticos são igualmente simples: uma tem a ver com a mudança das regras do Eurostat como a notícia exemplifica e o outro tem a ver com o facto da economia portuguesa não gerar recursos para pagar os juros da dívida, fazendo com que esta cresça mais devagar mas cresça.
Há muitos anos que Medina Carreira explica isso, devagarinho.
Primeiro pedimos dinheiro emprestado em quantidades maciças, criando uma economia artificial que vivia do dinheiro de fora.
Depois, os juros da dívida atingiram tal valor que para os pagarmos tínhamos de pedir dinheiro emprestado, aumentando por sua vez a dita dívida, os juros a pagar e a necessidade de contrair mais dívida.
É uma conhecida espiral que acaba geralmente na falência.
Passos para evitar a falência e propiciar a solução alternativa que eu tenho antecipado neste blog - o pagamento de parte da nossa dívida pelos alemães ao abrigo de um futuro plano Marshall cujo nome em alemão ainda não foi criado - decidiu ser sério e cumprir os compromissos que estabelecemos com os estrangeiros, ao invés do que fez Sócrates com o PEC I, o PEC II, o PEC III e se preparava para fazer com os PEC IV, V, VI e VII.
Daí o sucesso inesperado do nosso país perante as lideranças das organizações financeiras internacionais. Não eram só os Irlandeses e outros "caras pálidas" que tinham palavra. No sul da europa um povo em crise fazia das tripas coração em vez de gregar. Depois de nós os espanhóis também irlandaram e os italianos preparam para fazer o mesmo. Tratam-se de situações diferentes umas das outras mas com um traço comum: ao contrário do que "sabiam" os alemães, há gente séria a sul.
A coragem dos PIIS foi a morte dos PIIGS e a salvação do euro.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Lourenço Xavier de Carvalho: ladroagem incompetente?
Depois do jornal Público é agora o i a aparecer na sua edição online propagandeando a ciência de Xavier de Carvalho.
Ou o senhor é mal citado ou o número de disparates com que alimenta o Complexo Político-Mediático é bem revelador da dimensão do sujeito.
O estudo em si mesmo não parece ser do domínio público. O que é do domínio público é a publicidade que lhe é feita. Esse(s) estudo(s) foram publicados em que revistas científicas com porta aberta para a rua? Ou nem foram ainda publicados em nenhum jornal com peer review e o autor já lançou a feira da auto-propaganda?
É que nenhum é citado. O autor do estudo parece andar de media em media, qual vendedor ambulante a tentar adquirir o estatuto e o prestígio que o seu estudo verbera como indesejáveis.
Auto anuncia-se como primeiro e único na profundidade com que debate temas em debate desde que há humanidade.
Não é sério.
Para além de clamar aos quatro ventos que é único e de ter antevisto solução para o sistema educativo e para o sistema social, será que cura o cancro, limpa o catarro, elimina rugas e impede a queda de cabelo? Terá a colaboração do Professor Karamba?
O trabalho de que faz marketing vai ser apresentado à custa dos nossos impostos só na próxima 5ª feira, segundo consta, num palácio, acompanhado por alguma realeza, numa orgia de despesa estatista que traz a UNESCO num andor raramente modesto, o que nos faz temer que o Sr. Carvalho tenha os amigos certos.
No Público, o artigo aparece ilustrado com cravos vermelhos e no Diário Digital com uma variante do símbolo da ANP - o partido único da ditadura de 24 de Abril.
Ao contrario do que parece pensar o novo Karamba - ou pelo menos deixa que a imprensa venda que pensa - o problema de Portugal não é ter um sistema educativo que produza génios nas diversas engenharias e ciências, imbuídos do empreendedorismo dos que ele descreve como "sendo ativos" e alimentados pela ambição e pela aventura dos idos de Quinhentos.
O problema é não o ter.
A nossa pecha são os fala baratos, os vendedores de ilusões, os inimigos da liberdade que vêm com um dogmatismo salazarento vender a honra e a felicidade dos pobrezinhos e, pior, fundindo incompetentemente esse dogmatismo com um outro imiscível - o dogmatismo marxista do rico mau que tem de ser reeducado (no Campo Pequeno?) nos verdadeiros valores da solidariedade e de uma ética que não inclui o trabalho diferenciado e livre.
Não, Sr. Lourenço, não há contradição entre ter a nossa família como pilar da nossa vida e estudar e trabalhar duramente.
Não, Sr. Lourenço, não nos arriscamos a criar ladrões competentes se voltarmos a aderir ao ocidente que ajudámos a criar e expandir.
O que é um risco é continuarmos nas mãos dos ladrões incompetentes, dos licenciados ao Domingo e dos licenciados por equivalência, dos corruptos com lábia de feira da ladra, dos pseudo-cientistas que em vez de publicarem sobriamente arrastam um banquinho para falarem de mais alto, dos protetores daqueles que as vítimas de pedofilia identificam como sendo os seus agressores, dos mentores do novo Lápis Azul e da sua verdade oficial que o complexo político-mediático espalha por todo o lado e dos Socráticos promotores da máxima fiscal "precisamos do vosso dinheiro para dar aos nossos amigos" tão diligentemente servida por Paulo Macedo durante anos.
Quem está de parabéns não é a princesa holandesa e o seu berço de ouro, não é a UNESCO e os seus arreios, não é a nossa imprensa e o seu fogo fátuo - é um Papa que não deixa de ser Papa nem deixa de ser Jesuíta para lavar os pés dos que caíram em desgraça e é um Ministro da Educação que teve a coragem de demitir o licenciado Relvas, em vez de percorrer o caminho fácil de ser amigo de quem não era técnicamente competente nem era rico de ilíquidos 4000 - mas rico de muito mais porque tinha os amigos certos.
Ou o senhor é mal citado ou o número de disparates com que alimenta o Complexo Político-Mediático é bem revelador da dimensão do sujeito.
O estudo em si mesmo não parece ser do domínio público. O que é do domínio público é a publicidade que lhe é feita. Esse(s) estudo(s) foram publicados em que revistas científicas com porta aberta para a rua? Ou nem foram ainda publicados em nenhum jornal com peer review e o autor já lançou a feira da auto-propaganda?
É que nenhum é citado. O autor do estudo parece andar de media em media, qual vendedor ambulante a tentar adquirir o estatuto e o prestígio que o seu estudo verbera como indesejáveis.
Auto anuncia-se como primeiro e único na profundidade com que debate temas em debate desde que há humanidade.
Não é sério.
Para além de clamar aos quatro ventos que é único e de ter antevisto solução para o sistema educativo e para o sistema social, será que cura o cancro, limpa o catarro, elimina rugas e impede a queda de cabelo? Terá a colaboração do Professor Karamba?
O trabalho de que faz marketing vai ser apresentado à custa dos nossos impostos só na próxima 5ª feira, segundo consta, num palácio, acompanhado por alguma realeza, numa orgia de despesa estatista que traz a UNESCO num andor raramente modesto, o que nos faz temer que o Sr. Carvalho tenha os amigos certos.
No Público, o artigo aparece ilustrado com cravos vermelhos e no Diário Digital com uma variante do símbolo da ANP - o partido único da ditadura de 24 de Abril.
Ao contrario do que parece pensar o novo Karamba - ou pelo menos deixa que a imprensa venda que pensa - o problema de Portugal não é ter um sistema educativo que produza génios nas diversas engenharias e ciências, imbuídos do empreendedorismo dos que ele descreve como "sendo ativos" e alimentados pela ambição e pela aventura dos idos de Quinhentos.
O problema é não o ter.
A nossa pecha são os fala baratos, os vendedores de ilusões, os inimigos da liberdade que vêm com um dogmatismo salazarento vender a honra e a felicidade dos pobrezinhos e, pior, fundindo incompetentemente esse dogmatismo com um outro imiscível - o dogmatismo marxista do rico mau que tem de ser reeducado (no Campo Pequeno?) nos verdadeiros valores da solidariedade e de uma ética que não inclui o trabalho diferenciado e livre.
Não, Sr. Lourenço, não há contradição entre ter a nossa família como pilar da nossa vida e estudar e trabalhar duramente.
Não, Sr. Lourenço, não nos arriscamos a criar ladrões competentes se voltarmos a aderir ao ocidente que ajudámos a criar e expandir.
O que é um risco é continuarmos nas mãos dos ladrões incompetentes, dos licenciados ao Domingo e dos licenciados por equivalência, dos corruptos com lábia de feira da ladra, dos pseudo-cientistas que em vez de publicarem sobriamente arrastam um banquinho para falarem de mais alto, dos protetores daqueles que as vítimas de pedofilia identificam como sendo os seus agressores, dos mentores do novo Lápis Azul e da sua verdade oficial que o complexo político-mediático espalha por todo o lado e dos Socráticos promotores da máxima fiscal "precisamos do vosso dinheiro para dar aos nossos amigos" tão diligentemente servida por Paulo Macedo durante anos.
Quem está de parabéns não é a princesa holandesa e o seu berço de ouro, não é a UNESCO e os seus arreios, não é a nossa imprensa e o seu fogo fátuo - é um Papa que não deixa de ser Papa nem deixa de ser Jesuíta para lavar os pés dos que caíram em desgraça e é um Ministro da Educação que teve a coragem de demitir o licenciado Relvas, em vez de percorrer o caminho fácil de ser amigo de quem não era técnicamente competente nem era rico de ilíquidos 4000 - mas rico de muito mais porque tinha os amigos certos.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Jornal o Público: os ricos são pouco solidários e o complexo politico-mediático não descansa.
O Jornal o Público traz uma notícia que apela à abjuração da educação e da vida economicamente digna, com várias nuances e poucos números. Fala de algumas coisas interessantes pela rama, citando um estudo da Universidade Católica.
A notícia é sobre um trabalho que vai no futuro ser apresentado, com o apoio duma princesa de uma casa real europeia.
Não conheço o estudo da Universidade Católica e seguramente não fico a conhecê-lo lendo a notícia que o Público faz sobre esse estudo nascituro.
Informar não é uma das missões principais dos nossos media, sendo claramente menos importante que fazer uns títulos sensacionalistas, dominados pelos clichês marxistas, nomeadamente que os ricos são maus, com a eventual exceção da princesa que aí vem bater palmas.
Nesta notícia os ricos são as pessoas que ganham, ilíquido, a partir de 4000 euros mês, ou seja cerca do salário mínimo do Luxemburgo em termos líquidos - isto contando por baixo o que lhes é dado pelo estado em género de um lado e de outro.
Porque são tão maus estes ricaços? Porque não valorizam a solidariedade social, entre outras maldades.
O que é a solidariedade social para o rico que ganha em Portugal aquilo que dá o salário mínimo no Luxemburgo? Provavelmente será dar dinheiro a quem tem menos e pagar com os seus impostos viagens a princesas que provavelmente gastam num mês o que eles ganham num ano.
O que é a solidariedade social para o pobre que ganha em Portugal uns míseros 500 euros por mês? Provavelmente será receber dinheiro de quem tem mais.
Ou seja, o Público, até prova em contrário, parece ter descoberto que as pessoas preferem receber dinheiro do que dar dinheiro.
Não sei se descobriu que os referidos ricaços 4000 ilíquidos, se chateiam de ser alvo da extorsão estatal, pois sabem bem que o anti-Robin Hood socialista os insulta primeiro e lhes tira o dinheiro depois para o depositar nos bolsos dos seus amigos - nobres ou plebeus - que com felicidade dividem entre eles parte da coleta.
Descobriu também o Público que as pessoas são cada vez mais individualistas, desconfiadas, cada vez mais defendem o "cada um por si", "olho por olho, dente por dente", valorizam principalmente os "valores imateriais", a "família", a "honra", o "amar e ser amado".
Muito coerente.
O estudo até pode ter qualidade, o que por bom senso se duvida. É impossível é extrair isso do artigo do Público, tal é a incompetência da notícia que parece tão só aproveitá-lo para regurgitar acriticamente lugares comuns promovidos pelo complexo politico-mediático.
A notícia é sobre um trabalho que vai no futuro ser apresentado, com o apoio duma princesa de uma casa real europeia.
Não conheço o estudo da Universidade Católica e seguramente não fico a conhecê-lo lendo a notícia que o Público faz sobre esse estudo nascituro.
Informar não é uma das missões principais dos nossos media, sendo claramente menos importante que fazer uns títulos sensacionalistas, dominados pelos clichês marxistas, nomeadamente que os ricos são maus, com a eventual exceção da princesa que aí vem bater palmas.
Nesta notícia os ricos são as pessoas que ganham, ilíquido, a partir de 4000 euros mês, ou seja cerca do salário mínimo do Luxemburgo em termos líquidos - isto contando por baixo o que lhes é dado pelo estado em género de um lado e de outro.
Porque são tão maus estes ricaços? Porque não valorizam a solidariedade social, entre outras maldades.
O que é a solidariedade social para o rico que ganha em Portugal aquilo que dá o salário mínimo no Luxemburgo? Provavelmente será dar dinheiro a quem tem menos e pagar com os seus impostos viagens a princesas que provavelmente gastam num mês o que eles ganham num ano.
O que é a solidariedade social para o pobre que ganha em Portugal uns míseros 500 euros por mês? Provavelmente será receber dinheiro de quem tem mais.
Ou seja, o Público, até prova em contrário, parece ter descoberto que as pessoas preferem receber dinheiro do que dar dinheiro.
Não sei se descobriu que os referidos ricaços 4000 ilíquidos, se chateiam de ser alvo da extorsão estatal, pois sabem bem que o anti-Robin Hood socialista os insulta primeiro e lhes tira o dinheiro depois para o depositar nos bolsos dos seus amigos - nobres ou plebeus - que com felicidade dividem entre eles parte da coleta.
Descobriu também o Público que as pessoas são cada vez mais individualistas, desconfiadas, cada vez mais defendem o "cada um por si", "olho por olho, dente por dente", valorizam principalmente os "valores imateriais", a "família", a "honra", o "amar e ser amado".
Muito coerente.
O estudo até pode ter qualidade, o que por bom senso se duvida. É impossível é extrair isso do artigo do Público, tal é a incompetência da notícia que parece tão só aproveitá-lo para regurgitar acriticamente lugares comuns promovidos pelo complexo politico-mediático.
Os grandes escritórios de advogados
Em todos os países desenvolvidos há grandes escritórios de advogados.
Esses escritórios têm obrigações éticas como toda a gente e os que não as cumprem devem ser criticados.
Agora, se me permitem a redundância, em todos os países desenvolvidos há grandes escritórios de advogados, pelo simples facto de que há problemas jurídicos que necessitam da intervenção de organizações com uma massa crítica mínima.
Triste seria se grandes escritórios de advogados estrangeiros tomassem conta dessa área de atividade e os nossos advogados fossem empregados deles.
Esses escritórios têm obrigações éticas como toda a gente e os que não as cumprem devem ser criticados.
Agora, se me permitem a redundância, em todos os países desenvolvidos há grandes escritórios de advogados, pelo simples facto de que há problemas jurídicos que necessitam da intervenção de organizações com uma massa crítica mínima.
Triste seria se grandes escritórios de advogados estrangeiros tomassem conta dessa área de atividade e os nossos advogados fossem empregados deles.
Ainda o larapiozito da Meta dos Leitões: Tira um curso rapaz. Vais ver que ajuda.
O homenzinho da Meta pode ser mais competente a roubar militantes do CDS do que foi a não ser roubado por José Sócrates, mas é nos atos mais competente que nas palavras o homenzinho que sonhava em refocar um debate mas enganou-se, anunciado que o ia desfocar ... e não é que acabou mesmo a desfocá-lo? (veja-se esta desfocante listagem de rankings, entrecortados por má poesia, sem réstia de apresentação dos dados e das fórmulas originais e que o senhor acha tratar-se de um estudo - o ex-editor da ex-marxism today, vai concerteza perdoar-me do alto do seu fundamentalismo mas vejo-me obrigado a inspirar-me num olhanense, para perguntar retoricamente "letras, letras, números nenhuns. É assim que eles enriquem móce?).
O meu conselho? - Tira um curso rapaz. Vais ver que ajuda.
O meu conselho? - Tira um curso rapaz. Vais ver que ajuda.
Socratistas e Bloquistas - o sucesso dos leitões é a vitória dos porcos
Um conhecido blog exulta porque num restaurante para os lados da Mealhada 15 militantes do CDS foram roubados nos leitões.
A grande alegria dos burlões da moderada esquerda e dos mitómanos da extrema esquerda tem duas razões:
A segunda, é que roubar dinheiro como castigo por delito de opinião (ser do CDS) cai sempre bem à extrema esquerda. Fora desse blog todos nos lembramos do camarada Otelo que se propunha imitar Pinochet e pôr os fascistas numa praça de touros (seria para lhes dar rosas?). Falhado o PREC, não se podendo passar mandatos de captura em branco, roubar os fascistas, às vezes, é o que se pode fazer.
A primeira, é que quando um leitão por afinidade se convence que quem o rouba não é quem o obrigou a endividar-se sem lhe dizer água-vai, mas sim quem o faz pagar a dívida que contraiu, (explicando-lhe mil vezes que depois de se deixado enganar por Sócrates, Costa e quejandos, tentar não pagar é condenar-se à miséria e aí não há leitão que o salve) cai sempre bem aos Socratistas que anseiam por endividar o nosso povo outra vez.
A grande alegria dos burlões da moderada esquerda e dos mitómanos da extrema esquerda tem duas razões:
A segunda, é que roubar dinheiro como castigo por delito de opinião (ser do CDS) cai sempre bem à extrema esquerda. Fora desse blog todos nos lembramos do camarada Otelo que se propunha imitar Pinochet e pôr os fascistas numa praça de touros (seria para lhes dar rosas?). Falhado o PREC, não se podendo passar mandatos de captura em branco, roubar os fascistas, às vezes, é o que se pode fazer.
A primeira, é que quando um leitão por afinidade se convence que quem o rouba não é quem o obrigou a endividar-se sem lhe dizer água-vai, mas sim quem o faz pagar a dívida que contraiu, (explicando-lhe mil vezes que depois de se deixado enganar por Sócrates, Costa e quejandos, tentar não pagar é condenar-se à miséria e aí não há leitão que o salve) cai sempre bem aos Socratistas que anseiam por endividar o nosso povo outra vez.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Definição de Complexo Político-Mediático
Os media, ao longo dos anos, desenvolveram interesses comuns com os interesses do poder político do centrão que se extende a partir da ala esquerda do PSD, atravessa o PS e inclui as pessoas mais bem falantes da extrema esquerda.
Existe, entre ambos, uma permeabilidade biunívoca em que as pessoas saltam de um lado para o outro com enorme velocidade, usam uma cartilha comum do que é politicamente permitido dizer-se e não hesitam em suprimir, com um redescoberto lápis azul, quem os aponta como alvo.
Estes media, apesar de usarem uma linguagem que é a linguagem da esquerda, não estão já do lado da esquerda. Estão do lado do ouro que existe - a caça ao dinheiro dos contribuintes, o acesso a bens comuns naturalmente escassos e os descontos competitivos no preço da burocracia socialista.
A corrente facilidade com que se admoestam escritórios de advogados é prova da viragem do poder centrado nas profissões jurídicas para as centradas nos media.
Existe, entre ambos, uma permeabilidade biunívoca em que as pessoas saltam de um lado para o outro com enorme velocidade, usam uma cartilha comum do que é politicamente permitido dizer-se e não hesitam em suprimir, com um redescoberto lápis azul, quem os aponta como alvo.
Estes media, apesar de usarem uma linguagem que é a linguagem da esquerda, não estão já do lado da esquerda. Estão do lado do ouro que existe - a caça ao dinheiro dos contribuintes, o acesso a bens comuns naturalmente escassos e os descontos competitivos no preço da burocracia socialista.
A corrente facilidade com que se admoestam escritórios de advogados é prova da viragem do poder centrado nas profissões jurídicas para as centradas nos media.
É só suster a respiração e esperar que passe.
Sem investigação jornalística própria e sem transparência por parte do Estado, os media só reproduzem a ponta do iceberg do colapso em curso na medicina e na saúde em Portugal que lhes é fornecida por organismos com uma agenda de defesa reivindicativa dos seus associados, como por exemplo os sindicatos.
Melhor que nada, é certo, numa reação que era de esperar, após ter-se colocado um cobrador de impostos não num lugar técnico de bastidores que tratasse da parte de gestão financeira da saúde, mas no lugar de Ministro duma área que exige o que ele intrinsecamente não tem - respeito pelos direitos das pessoas e compreensão pela dinâmica dos grupos de trabalho.
No que toca à gripe e às suas mortes é só suster a respiração e esperar que passe, pensarão.
Que passe o Inverno e que passe a Parkinsónica agitação dos media, que procuram vender o último sensacionalismo que arda tão fácil, tão visível e tão fatuamente como a palha.
Sabemos que o cobrador de impostos é melhor que a troika socialista do Falso, do Narciso e do Anão, mas como disse a propósito de Ariel Sharon, já não basta ser-se melhor que um Hamas no caso de Israel e não basta ser melhor que a troika socialista. É preciso mais.
Quando saberemos ultrapassar a fratura pendular entre a prosápia anencéfala dos burocratas que não compreende a natureza humana e a energia vesga dos plutocratas que despreza quem não é visita de casa?
Quando aprenderemos com os idos de quinhentos e optamos pela energia lúcida da ambição realista?
Melhor que nada, é certo, numa reação que era de esperar, após ter-se colocado um cobrador de impostos não num lugar técnico de bastidores que tratasse da parte de gestão financeira da saúde, mas no lugar de Ministro duma área que exige o que ele intrinsecamente não tem - respeito pelos direitos das pessoas e compreensão pela dinâmica dos grupos de trabalho.
No que toca à gripe e às suas mortes é só suster a respiração e esperar que passe, pensarão.
Que passe o Inverno e que passe a Parkinsónica agitação dos media, que procuram vender o último sensacionalismo que arda tão fácil, tão visível e tão fatuamente como a palha.
Sabemos que o cobrador de impostos é melhor que a troika socialista do Falso, do Narciso e do Anão, mas como disse a propósito de Ariel Sharon, já não basta ser-se melhor que um Hamas no caso de Israel e não basta ser melhor que a troika socialista. É preciso mais.
Quando saberemos ultrapassar a fratura pendular entre a prosápia anencéfala dos burocratas que não compreende a natureza humana e a energia vesga dos plutocratas que despreza quem não é visita de casa?
Quando aprenderemos com os idos de quinhentos e optamos pela energia lúcida da ambição realista?
História do complexo político-mediático e três exemplos de Centros de Excelência em destruição .
A história do complexo político-mediático também passa pelo seu silêncio na degradação-com-vista-à-destruição de instituições de excelência em Portugal.
IPO's.
Maternidade Alfredo da Costa.
Hospital de Santa Cruz.
A destruição de grupos altamente diferenciados, com sub-culturas de excelência, pela dupla Sócrates / Paulo Macedo e os mesmos yes-man de serviço a ambos.
A má moeda de que falava Cavaco, antes de se tornar ele próprio co-responsável pela má moeda.
IPO's.
Maternidade Alfredo da Costa.
Hospital de Santa Cruz.
A destruição de grupos altamente diferenciados, com sub-culturas de excelência, pela dupla Sócrates / Paulo Macedo e os mesmos yes-man de serviço a ambos.
A má moeda de que falava Cavaco, antes de se tornar ele próprio co-responsável pela má moeda.
A morte e o cobrador de impostos
Mais um caso em que Paulo Macedo, o grande cobrador de impostos a quem Passos Coelho entregou uma pasta social, e a sua política de poupança incompetente, são responsáveis por falha de assistência médica a doentes graves, abandonados à sua sorte.
domingo, 12 de janeiro de 2014
Porta da Loja: um pequeno senão
Recomendo a leitura deste post Porta da Loja.
Um senão: classificar como idealista o pensamento totalitário que tortura (sim, literalmente) e fuzila (sim, literalmente) os seus adversários políticos desarmados.
Essa é uma vitória histórica da esquerda totalitária: até os democratas os classificam de idealistas.
Mussulini não era idealista mas Estaline, Mao e Fidel eram idealistas.
O meu conselho ao "Porta da Loja": aperceba-se dessa colonização e não peça desculpa por ser democrata.
Um senão: classificar como idealista o pensamento totalitário que tortura (sim, literalmente) e fuzila (sim, literalmente) os seus adversários políticos desarmados.
Essa é uma vitória histórica da esquerda totalitária: até os democratas os classificam de idealistas.
Mussulini não era idealista mas Estaline, Mao e Fidel eram idealistas.
O meu conselho ao "Porta da Loja": aperceba-se dessa colonização e não peça desculpa por ser democrata.
Confundir o erro com a mentira - umas das doenças do complexo politico-mediático
A doença acima citada vem a propósito de um post do Aventar que repete um lugar comum em muitos meios. Não é específico desse blog mas não é aceitável. Contudo não se deve exagerar a culpa do Aventar no disparate - é como digo um disparate corrente.
Apesar de ser evidente que Sócrates é um mentiroso, a peça trazida do youtube nesse post em relação ao antigo primeiro-ministro tem um problema: é ela própria basicamente uma falsidade.
Passa-se o mesmo com a peça em relação a Passos Coelho.
Esses videos são falsidades de um tipo diferente da mentira. Não são mentiras e os seus autores não são mentirosos. Estão grosseiramente errados mas servem um sistema de mentira com o seu erro.
Explico-o por "noblesse obrigue", pois exigiria um longo texto para tratar este tema e um blog não é o sítio ideal para textos desses.
Uma pessoa que faz uma antecipação em relação ao futuro e se engana, só é um mentiroso se se enganar propositadamente. Pode, por exemplo, ter-se enganado na antecipação do que iria acontecer por escassez de dados disponíveis ou pela natureza do assunto que se antecipa. Quando essa antecipação se refere ao próprio comportamento, também aqui podem acontecer várias coisas e uma delas é ter-se enganado em relação à evolução futura e ainda assim manter a obrigação de corrigir a trajectória sem se afastar do seu posto.
Não sendo a economia uma ciência exata, o engano em relação a fenómenos futuros é a regra. Não perco tempo a explicar porque é que sendo o engano a regra se investem milhões em todo o planeta a tentar antecipar esse futuro. Isso seria pedir demais neste post.
Mesmo em ciências mais evoluídas como a Medicina, isso acontece corriqueiramente. Um médico pode antecipar que um pé de um doente vai melhorar com medicamentos e depois verificar-se que o pé necrosou e tem de ser amputado. O pior que o médico podia fazer era, para ser "coerente", não amputar o pé deixando morrer o doente.
Para além da confusão anterior os videos do Aventar / youtube contêm outra falsidade: falseiam a natureza das promessas eleitorais apresentando-as como mentiras pessoais. O que se afirma em campanha eleitoral num Estado tão pouco transparente como o nosso, por parte dos partidos da oposição pode enfermar do problema acima exposto - dificuldade acrescida na previsão do futuro - e enferma de um problema sistémico: o povo exige que se façam promessas douradas e castiga fortemente quem se recusa a fazê-lo. Essa mentira específica - as promessas eleitorais - é uma mentira partilhada entre o povo e os dirigentes partidários.
Sou contra essa mentira eleitoral, sendo contra quem alinha com essa exigência do eleitorado porque estou na convicção que é possível ganhar eleições, por uma margem menor mas ainda assim ganhar, falando verdade. Exige um enorme esforço de preparação em relação às promessas do adversário e exige a escolha de uma linguagem que não é a expontânea mas é passível de ser construída.
Há dez anos não seria possível mas agora é.
Apesar de ser evidente que Sócrates é um mentiroso, a peça trazida do youtube nesse post em relação ao antigo primeiro-ministro tem um problema: é ela própria basicamente uma falsidade.
Passa-se o mesmo com a peça em relação a Passos Coelho.
Esses videos são falsidades de um tipo diferente da mentira. Não são mentiras e os seus autores não são mentirosos. Estão grosseiramente errados mas servem um sistema de mentira com o seu erro.
Explico-o por "noblesse obrigue", pois exigiria um longo texto para tratar este tema e um blog não é o sítio ideal para textos desses.
Uma pessoa que faz uma antecipação em relação ao futuro e se engana, só é um mentiroso se se enganar propositadamente. Pode, por exemplo, ter-se enganado na antecipação do que iria acontecer por escassez de dados disponíveis ou pela natureza do assunto que se antecipa. Quando essa antecipação se refere ao próprio comportamento, também aqui podem acontecer várias coisas e uma delas é ter-se enganado em relação à evolução futura e ainda assim manter a obrigação de corrigir a trajectória sem se afastar do seu posto.
Não sendo a economia uma ciência exata, o engano em relação a fenómenos futuros é a regra. Não perco tempo a explicar porque é que sendo o engano a regra se investem milhões em todo o planeta a tentar antecipar esse futuro. Isso seria pedir demais neste post.
Mesmo em ciências mais evoluídas como a Medicina, isso acontece corriqueiramente. Um médico pode antecipar que um pé de um doente vai melhorar com medicamentos e depois verificar-se que o pé necrosou e tem de ser amputado. O pior que o médico podia fazer era, para ser "coerente", não amputar o pé deixando morrer o doente.
Para além da confusão anterior os videos do Aventar / youtube contêm outra falsidade: falseiam a natureza das promessas eleitorais apresentando-as como mentiras pessoais. O que se afirma em campanha eleitoral num Estado tão pouco transparente como o nosso, por parte dos partidos da oposição pode enfermar do problema acima exposto - dificuldade acrescida na previsão do futuro - e enferma de um problema sistémico: o povo exige que se façam promessas douradas e castiga fortemente quem se recusa a fazê-lo. Essa mentira específica - as promessas eleitorais - é uma mentira partilhada entre o povo e os dirigentes partidários.
Sou contra essa mentira eleitoral, sendo contra quem alinha com essa exigência do eleitorado porque estou na convicção que é possível ganhar eleições, por uma margem menor mas ainda assim ganhar, falando verdade. Exige um enorme esforço de preparação em relação às promessas do adversário e exige a escolha de uma linguagem que não é a expontânea mas é passível de ser construída.
Há dez anos não seria possível mas agora é.
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