quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Crescimento surpreendente

O crescimento anunciado pelo INE de 1,1 % no terceiro trimestre, é surpreendente.

Contradiz a teoria irracional do "batemos no fundo".

Recorda a plasticidade invulgar de um país que nem Velhos do Restelo nem estatísticas capturam.

Reforça a necessidade de Paulo Portas explicar à Troika que não se atira fora o bébé com a àgua do banho.

domingo, 11 de agosto de 2013

Raquel Varela e os Pine Cliffs




Sócrates de Férias num Algarve


Passos Coelho de férias noutro Algarve


Raquel Varela pensa que os jovens são estúpidos e não distinguem quem passa férias em Manta Rota à sua custa e como sempre fez, e quem passa férias num Resort Cinco Estrelas, provavelmente à nossa custa.

Velhos Estatistas com horror à iniciativa, como Varela, não distinguem.

Os jovens que as teorias que as Varelas perfilham, empurraram para poder pensar em pouco mais do que como garantir a próxima refeição e querem fazê-lo à sua própria custa, em vez de ser à custa do dinheiro dos contribuintes, talvez distingam.

E quando lhes sobrar tempo - o que acontecerá mais cedo do que as Varelas julgam - vão mandar as Varelas para o sitio onde pertencem: uma ruela bem ao lado das avenidas por onde passa o futuro.



Marques Mendes e o suicídio em direto

Marques Mendes, um elemento da ala esquerda do PSD e dedicado comentador político fez no passado vários serviços à reposição de alguma ética na política.

Lembro o caso de Isaltino e lembro que nem o PS nem o CDS procederam da mesma forma em casos de autarcas com perfil semelhante.

É por isso que custa mais dizer o que direi a seguir, uma vez que se trata de uma pessoa que migrou da troca de investimento público desnecessário por votos na sua base "constituinte" para uma atuação mais limpa. Fez o trajecto que achamos que o PSD tem condições para continuar a fazer e suspeitamos que o PS já não tem, uma vez que parece ter atravessado o ponto de não retorno.

Mas a verdade é que Marques Mendes, tal como Morais Sarmento e Marcelo Rebelo de Sousa, é um comentador charneira do regime e está ligado visceralmente à perpetuação do status quo mais apto.

Liguei a televisão e ouvi Marques Mendes a apelar ao Bloco Central para parar com a guerra dos SWAPs dizendo que ambos perdem, que ninguém quer saber desse assunto e que a continuarem nessa via trata-se de um "suicídio em direto" para ambos os partidos.

Nada mais falso. É verdade que ninguém percebe nada do que são os SWAPs porque o PS e os media de referência - com especial relevo para a SIC, Marques Mendes, Morais Sarmento e Marcelo, tratam que ninguém perceba.

Noutro país todas as pessoas já tinham percebido que há SWAPs tóxicos e SWAPs normais, tal como há chá venenoso e chá normal. Aqui vocifera-se contra o chá e cala-se o problema do chá venenoso, e depois vêm os Marques Mendes dizer que devemos parar a guerra do chá.

Quem tem a perder com a guerra do chá é o PSD de que Marques Mendes faz parte e que vive em saudável convívio com o PS de Sócrates como se esse PS fosse semelhante ao PS de Guterres ou seja o PS histórico.

Ao PSD de uma nova geração que terá de pagar com suor e lágrimas a deriva politicamente criminosa de Sócrates, ocorrida durante o primeiro mandato de Cavaco Silva, a guerra do chá é uma guerra estrutural.

É uma guerra que tem contactos com a vontade do povo de que os responsáveis pela destruição do país têm de ser responsabilizados.

Sem essa guerra acontecerá ao PSD o que aconteceu em Itália e, de forma diversa, na Grécia, aos partidos do status quo: desaparecerá.

O PS corre esse risco e Passos Coelho, mais próximo da nova geração sente o que pessoas como Marques Mendes não sentem. A probabilidade de atravessarmos a crise que agora atravessamos e da nata social portuguesa se manter intocada é menor do que a probabilidade contrária.

Como no passado, o PSD está mais próximo do sentir nacional mais intrínseco e mais sui generis do que o PS.

Deve pois continuar a guerra do chá - hoje com os SWAPs e amanhã com outro crime político dos socratistas.

Nova pérola do PS: A honestidade prejudica a imagem do País.

Escrevi no último post que "O PS é um partido em que a desonestidade política não se cinge a um grupo autolimitado de pessoas. A indiferença para com a verdade, é uma característica sistémica dessa organização que hoje, com a tolerância de boa parte da ala esquerda do PSD, é um dos fatores sistémicos de degradação da democracia."

Apesar do BE e, em menor grau, do PCP também faltarem à verdade frequentemente, trata-se aqui duma coisa diferente. Se pensarmos especificamente  no PC, percebemos que eles acreditam em boa parte do que dizem e assim, boa parte do que nos distancia deles é político e não ético. O mesmo acontece com a ideologia fascista. Quer os comunistas quer os fascistas têm uma visão guerreira da estrutura do mundo e essa visão informa a sua interpretação dos factos concretos. O BE é um fenómeno de transição entre esse tipo de mitomania estrutural, esse tipo de delírio filosófico, e o charlatanismo típico do Partido Socialista.

O PS quando mente sabe que mente. Sabe que falseia para obter vantagem. Não acredita no que diz. Desperta mais repulsa do ponto de vista humano. Sabe que mal chegue ao governo fará exatamente o contrário do que afirma hoje que fará. Tem um discurso de oposição e um discurso de poder e entre os dois a distancia é inadmissível. O mesmo fenómeno existe no PSD mas aqui é duma escala logarítmica inferior e mais contido à sua ala esquerda, por isso menos prioritária para nós.

Isto tem a ver com culturas de grupo. Não tem a ver com comportamentos individuais criminosos - esses possivelmente mais frequentes entre militantes do PSD como vemos em Dias Loureiro, em Duarte Lima, etc.

Voltando a sub-culturas organizadas (de grupo) e para quem tem dúvidas sobre a manobra da SIC e do Partido Socialista, de uso de documentos grosseiramente falsificados, forjados, para tentar enlamear o Governo então é de atentar neste outro curioso facto:

O PS declarou, preto no branco, que a denuncia de falsificação de documentos prejudica o País no estrangeiro.

Leiam esta pérola única.

Duvido que se encontre em qualquer outro país da europa um exemplo factual tão direto sobre a desonestidade de um grande partido e, principalmente, sobre a usual tolerância da imprensa main-stream em relação a essa desonestidade.

Noutros lados uma declaração destas seria notícia de primeira página.

O PS declara que a denúncia de falsificação de documentos por parte de forças que fazem o jogo dos Socratistas prejudica Portugal. A verdade prejudica Portugal.

Percebe-se a coerência: Sócrates faz bem ao País e a Verdade é prejudicial.

Pais Jorge, o colaborador de Sócrates, e a desonestidade do PS

O PS é um partido em que a desonestidade política não se cinge a um grupo autolimitado de pessoas.

A desonestidade política, a indiferença para com a verdade, é uma característica sistémica dessa organização que hoje, com a tolerância de boa parte da ala esquerda do PSD é um dos fatores sistémicos de degradação da democracia.

É por isso altamente desaconselhável para o Governo trazer para o executivo elementos que tenham colaborado prolongadamente com o PS de Sócrates.

Pais Jorge pode ter sido agora vítima da pulsão criminal que orbita o Partido Socialista e que não tem qualquer pejo em falsificar documentos e alimentar com eles a SIC, sendo de seguida usados na campanha do PS.

Mas Pais Jorge tem um currículo de colaborador de Sócrates, negociando pelo lado do Estado, os ruinosos contratos de concessões de estradas em todo o País.

Sabemos que é difícil encontrar num país pequeno como Portugal pessoas com competência na área financeira que não tenham ou trabalhado para os grandes bancos ou para os Governos despesistas de Guterres ou ruinosos de Sócrates.

Mas é indispensável procurar essa pouca gente que ainda existe e trazê-los para os cargos de decisão política.

Os demais devem ter apenas funções técnicas e, mesmo nos serviços técnicos, nunca funções de direção

sábado, 10 de agosto de 2013

Guerra civil no PS, precisa-se.

Há nas pessoas, mesmo nas que têm graves limitações cognitivas como TóZero Seguro, um natural instinto de sobrevivência.

Atacado da forma certa - concorda ou não com o que fizeram os socratistas - a resposta natural de Seguro seria dizer 1º eu não tive nada a ver com essa gente e 2º essa gente já foi julgada em eleições.

Isto seria fácil, não fosse o golpe de estado que Sócrates e Soares operaram no Largo do Rato, precipitado pela iniciativa Presidencial.

Não sendo fácil para Seguro, sendo este um bébé chorão, ainda assim há o instinto de sobrevivência. Esse instinto empurra Seguro contra os socratistas.

O PSD deve insistir nesse caminho pois nele não há boa saída para Seguro. Deve, usando os inúmeros exemplos concretos que envolvem cúmplices de Sócrates na destruição do país, pegar em cada um e  repetir a questão "concorda ou não com o que fez o socratista A ou B que agora trabalha com Seguro ou é candidato pelo PS a este ou aquele cargo.

Antes da inevitável queda de Seguro, este chamuscará Sócrates e os Socratistas.

No limite podia sair a Passos a Sorte Grande duma guerra civil no PS.

Quando o PS foi atacado pelo BE / PC e pela coligação CDS / PSD na discussão da moção de censura dos Verdes, viu-se a dificuldade do PS e a tentação da sua bancada para reverter para a fórmula Socrática. Essa fórmula é um suicídio estando o PS na oposição. Só funciona com cargos para distribuir.

Na oposição o PS tem de dizer que é de esquerda e não sobrevive se a esquerda e a direita disserem que o PS é igual a Sócrates - com a esquerda dizer que com o PS temos a mesma austeridade porque Sócrates é memorando e austeridade e a direita a dizer que com o PS voltamos ao endividamento porque Sócrates foi endividamento e as propostas de Seguro são endividamento.

O PS precisa que quem ataca Sócrates pela direita, seja descredibilizado, branqueando a ação do Governo Sócrates e fingindo que o Memorando original era diferente deste e quem quem ataca o PS pela esquerda seja amenizado pela esperança de um frentismo de esquerda. A aproximação do BE ao PS poderia matar o BE mas transitoriamente anularia o PC.

O que o PS precisa, em resumo, é de atacar  PSD / CDS, criando no eleitorado de centro a ideia de que Sócrates não teria feito o que o Governo faz em termos de austeridade - ou seja persuadi-los que a austeridade não era inevitável  -  sem ter de defender explicitamente o Falso pela boca dos socratistas. Para isto é que é necessário Seguro que não é (ainda) conotado com Sócrates.

Ora isto só funcionaria se o Governo mantivesse a ideia inocente de não recriminar o passado e de não identificar o PS presente (pejado de socratistas) com esse passado de destruição do interesse nacional.

Ao atacar o passado, e o PS cúmplice com esse passado, como começou a fazer com o caso SWAP, o Governo põe em causa a estabilidade interna do PS.

Alguns comentadores, talvez não tenham percebido a mudança de estratégia que Passos está a operar e porque é que Albuquerque não pode sair.

Foi Passos quem pediu a Albuquerque que atacasse o PS nas SWAP.

Nem Portas, nem Passos, nem Cavaco poderiam imaginar o efeito positivo das suas ações na crise irrevogável e é dessas ações que surgiu neste governo a força e o nicho de oportunidade para a mudança de estratégia em relação ao período Sócrates. A crise irrevogável terminou a guerra civil no Governo e permitiu a guerra do Governo contra o PS.

As coisas são o que são e renascida dessa crise a coligação fará o PS pagar uma enorme fatura.

Na hipótese de Taluda, a fatura será a transplantação da guerra civil para o polvo rosa.


O PSD lê o Supraciliar - bom para ele, mau para os Socratistas

O PSD começa a mexer. Começa a fazer perguntas difíceis ao PS.

O PS não pode responder e insulta forte e feio - acusa o líder parlamentar do PSD de ser nem mais nem menos que soez.

Como eu expliquei o problema do PS é o problema dos socratistas, nomeadamente o proto-príncipe que se prepara para uma vitória em Lisboa.

Os socratistas necessitam de branquear a tragédia para Portugal que foi o Governo Sócrates pois, caso o não consigam fazer, têm mais dificuldade em voltar ao poder.

Os socratistas além de quererem o poder, como é normal e óbvio, têm muito a perder com a perda do poder.

Essa perda tem a ver com o que sabemos e com o que ainda não sabemos - mas saberemos.

Sócrates voltou para ter um púlpito televisivo a partir do qual pode enlamear quem chamar o boi pelo nome.

A estratégia do PSD tem de ser a do ataque puro e continuado aos cúmplices de Sócrates.

Parece que ao deixar-se de ilusões convoca a face mais trauliteira do PS e, mais do que isso, pressiona a Seguro a definir-se como cúmplice ou não de Sócrates.

Ora isso é difícil para Seguro.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

14 de Agosto 2013

Nesse dia o INE publica os dados da evolução do produto no segundo trimestre.

Se tiver tido uma evolução positiva, batendo certo com a evolução do emprego é indispensável que Portas explique à troika que não se pode atirar fora o bébé com a água do banho.

Não se pode atirar fora o bébé com a água do banho.

Balsemão, o nosso pequeno Berlusconi, contra-ataca

Balsemão, o nosso pequeno Berlusconi, e conhecido grupo de imprensa que tem atacado sistematicamente os Governos da ala direita do PSD (Durão Barroso, Santana Lopes e Passos Coelho) e que propagandeou um documento forjado fez hoje 3 perguntas ao Governo:

1º)  O Governo deve esclarecer se houve ou não manipulação de documentos.

Meu caro Berlusconi, o Ministério da Finanças já tinha respondido antes de ricos da sua laia (como diz Pacheco Pereira) terem perguntado: Sim, houve e é desonesta.


2º) Que documentos foram forjados?

Meu caro Berlusconi o Ministério da Finanças já tinha respondido antes do Sr. Tubarão ter perguntado: foi o documento que Vs. Excias propaganderam para fazer favores aos Socratistas.

3º) Quem forjou o documento?

Ora, ora caro Berlusconi ... porque não pergunta isso ao Balsemão?

Enquanto em Portugal desce, na Grécia o desemprego atinge máximos históricos. Sazonal?

Parece que há um caminho para se continuar a cair como se não houvesse fundo.

O caminho Socrático de que as dívidas não são para pagar como a Grécia seguiu.

O caminho dos colaboracionistas com Sócrates que nunca levantaram a voz para impedir que se mascarasse o déficite com mil e um truques, mesmo quando Ferreira Leite e tantos outros alertavam para a espiral impagável da dívida.

O não pagamos a dívida nem emagrecemos o Estado até ser tarde demais.

Votar macissamente no Bloco de Esquerda. Eleger tipos que não tiram cursos, falam do que não sabem e vomitam veneno contra tudo o que mexe; eleger inspetoras cubanas que interrogam os sérios.

Parece que, quando nós melhoramos e a Grécia continua a cair, a teoria de só não pioramos porque batemos num imaginário fundo, fica sem base de sustentação... sem fundo, digamos.

O que Portugal conseguiu é pouco para a devastação que já ocorreu e a que ocorrerá durante 2014.

Mas é muito para a pesada herança Socrática.

Se Seguro der com a língua nos dentes os Socratistas dão-lhe tau-tau

Quando após a queda de um Governo politicamente criminoso como o foi o de Sócrates e aparece um líder não conotado com o governo derrotado, como Seguro, o que seria normal é que, perante ataques que envolvem o PS no buraco dos SWAPs Tóxicos, Seguro dissesse "não fiz parte desse governo", "não tenho nada a ver com isso" antes de dizer o que lhe aprouvesse - mesmo que fosse defender esse governo.

Ora isso nunca acontece.

Porquê?

Porque ocorreu um golpe de estado palaciano no Largo do Rato e Seguro foi aprisionado pelos Socratistas e até pelo avô Soares. Se levanta cabelo dão-lhe tau-tau e ele chora. Uma vez disse que ele é que era o presidente da junta e Soares respondeu logo que "o PS não é de Seguro".

Esta situação ocorreu pela virulência desesperada dos Socratistas, que têm muito a perder, e pela particular incompetência de Seguro.

Seguro, assustadiço por pouco, escassamente dotado intelectualmente, foi enganado pelos Socratistas, por Cavaco e outra vez pelos Socratistas. Já é gozar com o Anão

É confrangedor quando um homem que, tendo em conta o seu talento, nunca devia passar de chefe de gabinete de um sub-secretário de estado é colocado como candidato a Primeiro-ministro.

Sócrates e os seus Ex-Ministros Esganam Peluches

Após o convite do PSD Sócrates e vários dos seus ex-ministros, alguns dos quais conhecidos pelo seu estilo "Português Suave",  foram vistos, à falta de melhor alternativa, a esganar peluches.

Aguardam-se os comentários do Rapaz Que Não Tirou O Curso (não é Relvas, é o cubano) e da Inspetora Ana Drago.

Seguro, continua a chorar.

That's the way PSD.

Criados mais de 65.000 empregos de Abril a Junho

Mais noticias no sentido da economia estar a dar a volta.

Não admira que Seguro chore convulsivamente.

Não admira que comentadores usem palavras cada vez mais caras para desexplicar o óbvio.

Percebem agora porque é que o PS exige eleições? Percebem porque é que o BE e o PC exigem eleições? É porque sabem que é agora ou nunca. Dentro de dois anos o ambiente económico pode ser bastante diferente.

A oposição sem fim ou o curioso caso de Pacheco Pereira


No que toca à cobardia generalizada dos comentadores de centro-direita, por entre as honrosas exceções há um caso curioso.

Esse "caso" não terá medo de atacar o PS, quando lhe der para esse lado.

Trata-se de Pacheco Pereira.

Até lá dedicou-se a trabalhar para que o PS (com Seguro, imagine-se) regressasse ao poder.

Falhado esse objectivo, volta-se agora para a solução Costa.

Até que Costa ganhe. Nessa altura atacará Costa.


A importância duma imprensa dominada pela opacidade


O problema da demagogia é depois pagarmos o preço de termos milhares de pessoas como o Jorge a marrarem para o lado do isco que lhe lançaram.
Já o imagino médico, perante um doente que se tentou suicidar tomando caixas inteiras de antibióticos a clamar pela proibição de todos os antibióticos.

Enquanto não houver imprensa que explique ao povo a diferença entre SWAPs e SWAPs tóxicos, entre PPPs e PPPs com rendas abusivas, entre bons investimentos públicos como a 1ª autoestrada Lisboa-Porto e maus investimentos públicos como a 3ª que Sócrates começou a construir, estamos nas mãos dos Balsemões.

Mas não são apenas os Balsemões - é todo um grupo de comentadores que giram em torno da política sem nunca clarificarem os factos. No caso Albuquerque vejam-se as intervenções de Morais Sarmento, Marcelo Rebelo de Sousa e Marques Mendes que falaram, falaram sem nunca clarificarem os factos.

Percebe-se nas entrelinhas que todos eles sabiam que Albuquerque não mentira, mas nem um teve a coragem de visitar os factos. Todos sabiam que seriam atacados ferozmente pelo PS e que a voz demagógica do PS seria amplificada mil vezes por Balsemão. Na verdade os três estão em simbiose frágil com os burlões do mundo Socrático. Voltarei a este assunto mais tarde.

Nada disto tem a ver com a questão Machete.

Sobre isso repito aquilo que expliquei ao rapaz que não tirou um curso: o problema deste Governo (ao contrário do que o rapaz pensa na sua simplicidade) é Machete e não Albuquerque.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Este País não é para Velhos

O fraco Secretário de Estado Pais Jorge demitiu-se.

Tal como Relvas, choramingou que não aguentava a pressão dos Mitómanos da extrema esquerda e dos Burlões da moderada esquerda.

Fez bem em demitir-se pois há sinais de que, tal como Relvas, não prestava.

O combate que o PS trava não é coisa para velhos: é um combate pela sobrevivência duma casta que sente que está em perigo vital. É um combate em que não recusará o crime se o crime lhe for útil.

Temo que a verdadeira perceção da gravidade do que é  defendido ainda não tenha atingido a luz do dia.

Mas à medida que gente no PS aproxima o seu comportamento do dos tempos da cabala que montou contra a justiça no caso Paulo Pedroso, percebe-se que não será coisa pequena.

Seguro, qual idiota útil, será regurgitado por esse organismo e cuspido para o esquecimento enquanto um novo Sócrates emergirá. Talvez nessa altura se perceba o que está em jogo. Talvez só mais tarde ainda.

Não sei com que clareza a ala direita do PSD e o CDS percebem isto. Temo que não percebam com clareza que chegue que, também do seu lado, este país não está para velhos.

Não sei se têm fibra para o enfrentar. Tenho esperança que sim.

Prefiro o risco da repetição a deixar de insistir que é preciso um novo Sá Carneiro para um novo dia claro e limpo, vassourando o informe parasita que Dias Loureiro e Sócrates representam, da mesma forma que o advogado do Porto vassourou o cadáver do PREC.

Seguro e o BE assustados: desemprego cai pelo 5º mês consecutivo

Pelo 5º mês consecutivo o desemprego está em queda.

Não se registava queda tão dramática desde 2000.

Desde Janeiro até agora há menos 50.000 desempregados.

Imagino que Pacheco Pereira explique que o desemprego só baixa por causa da emigração, das razões sazonais e porque batemos no fundo. Depois fale da engenharia social utópica e do preço irremediável que pagámos neste processo.

Seguro chore convulsivamente.

O BE exija a demissão da vizinha da prima do barbeiro do Ministro do Emprego. Imediata. Parece que mentiu porque há 18 anos disse que o seu filho havia de ser médico e o rapaz agora quer ser engenheiro. Parece que na altura, em 1995, mandou um email a dizer isso do iPAD. A fascista da aldrabona!

Ainda por cima agora diz que não sa lembra a que horas mandou o email e que sapatos calçava (coisas ca Inspetora Ana Drago não admite quando interroga, olha ... logo ela, tá bem tá).





PS trava batalha desesperada

Quer Seguro quer Cavaco queixaram-se de terem sido vítimas de espionagem.

Revendo e esclarecendo o que escrevi no último post:

Durante mais de dezoito meses Passos Coelho cometeu o erro de poupar o Governo que o antecedeu.
Foi um erro. Escrevi sobre isso.

Acresce que o ataque a Sócrates era mais fácil quando o Governo acabara de chegar pois estava na fase de "Estado de Graça".  Agora tem menos força.

Ainda assim Passos mudou de estratégia e iniciou um ataque ao PS sem poupar Sócrates.
Isso mudou tudo e o caso SWAP é a face visível dessa mudança.

No caso dos SWAP o Governo descobriu que houve falsificação de documentos para incriminar o Secretário de Estado Pais Jorge.

O grupo mediático ligado a Pinto Balsemão, é a face mais pública da propaganda  para branquear o Governo de Sócrates no caso dos SWAP.

Não percebi ainda porquê.

Esse branqueamento tem tido outros episódios, uns mais eficazmente vendidos que outros.

Recordo o coup d´état que impediu Seguro de assinar um acordo com o PSD e o levaria, para desgraça dos socratistas, a ser primeiro-ministro em 2014, e, pior, a acusação ainda não esclarecida por Seguro, de que estaria sob escuta no Largo do Rato.

Esse branqueamento de Sócrates, pretende também impedir que se use a herança desse governo, para diminuir as figuras que no futuro irão substituir Seguro na liderança do PS.

Percebida a mudança de estratégia de Passos, o objectivo é simples - os Socratistas precisam de anular os argumentos contra os seus governos e, se possível, classificar o PSD como mentirosos, indignos de confiança, tornando pouco credíveis revelações que Passos traga no futuro contra o governo do Falso. Contra Portas é fácil usar o chamado "caso dos submarinos".

Como é menos eficaz Sócrates, ou ex-ministros seus, fazerem esse papel de defesa em causa própria, estes têm empurrado Seguro - um dos poucos socialistas que não estava conotado com o Falso - para fazer esse trabalhinho.

A ideia deve ter vindo de Sócrates, de ex-ministros seus ou então ... dos espiões de que falava Cavaco... 

Após ter feito o que dele se espera Seguro será descartado.

Para emergir o substituto de Seguro, caso seja um ex-ministro de Sócrates, este terá de ser tornado parcialmente imune às patifarias do Governo do Falso.

Tudo será feito para proteger esse homem ainda nascituro.

Coisas que Balsemão podia explicar a Seguro, o idiota útil na cabala dos SWAP

Durante mais de dezoito meses Passos Coelho cometeu o erro de poupar o Governo que o antecedeu.
Foi um erro. Escrevi sobre isso.

Contudo Passos mudou de estratégia e iniciou um ataque ao PS sem poupar Sócrates.

No caso dos SWAP o Governo descobriu que houve falsificação de documentos para incriminar o governo.

O grupo mediático ligado a Pinto Balsemão, a SIC principalmente, é a face mais pública da propaganda  para branquear Sócrates no caso dos SWAP.

Esse branqueamento tem tido outros episódios:

Recordo a história de que este Memorando já nada tem a ver com o Memorando original.
Recordo o renascimento do PEC IV como solução viável para o buraco que Sócrates criou.
Recordo o regresso de Sócrates, o Falso, e depois de Teixeira dos Santos, o boneco insuflável, para ter uma plataforma de se defender publicamente através da máxima de que o ataque é a melhor defesa.

Recordarei outros.

Esse branqueamento do Governo de Sócrates, pretende também impedir que se use a ação desse governo, para diminuir as figuras que no futuro irão substituir Seguro na liderança do PS.

O objectivo é simples - os Socratistas precisam de anular os argumentos contra os Governos de José Sócrates e, se possível, classificar os políticos da ala direita do PSD como mentirosos, tornando pouco credíveis revelações posteriores contra Sócrates.

Quando surgir o substituto de Seguro, caso seja um ex-ministro de Sócrates, será parcialmente imune à memória das patifarias do Governo do Falso. 

Como é difícil socratistas fazerem esse papel de defesa em causa própria, estes têm picado Seguro - um dos poucos socialistas que não estava conotado com o Falso - para fazer esse trabalhinho. Pacheco Pereira e Lobo Xavier têm ajudado, cada um à sua maneira, a esse branqueamento ao venderem, ou deixarem vender sem contradição firme, a ideia de que Passos é pior que Sócrates.

Depois de mim (Sócrates ou Teixeira dos Santos) virá quem o Pacheco Pereira, Rui Rio, Capucho e outros usarão (Passos Coelho ou Albuquerque), para bom de mim fazer (socratistas em geral).

Duvido que a ideia venha do falecido Mário Soares, agora na segunda infância. Deve ter vindo de Sócrates e/ou de ex-ministros Socratistas.

Após ter feito o que dele se espera, TóZero Seguro será descartado, como o é qualquer idiota útil mal passe a inútil.

O PS e a tentação da deriva criminosa - ultrapassado o ponto de não retorno?

A questão da falsificação de documentos para burlar a população na questão dos SWAP é de uma gravidade que, já o escrevi, não deve ser minimizada.

Durante a alegada cabala do PS contra a Justiça do caso de Paulo Pedroso, na altura o verdadeiro número 2 do PS e acusado pelas vítimas de agressão pedófila contra crianças desfavorecidas, bem como durante vários desmandos do governo de Sócrates, o Falso, este partido afastou-se da sua democraticidade original, numa deriva proto-criminosa politicamente assustadora.

Se sob a batuta de Seguro, o Anão, o mesmo PS usa documentos forjados para burlar os portugueses, então fico em crer que o PS como organização se aproxima do ponto de não retorno.