Segundo fonte segura o governo alemão já despediu 16 tradutores Português - Alemão após o discurso de Cavaco.
O 17º está aflito pois de facto em alemão o discurso não faz sentido.
Alguém os avisa que em português também não?
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Cavaco pede ao PS que se suicide. Este parece recusar.
Há um detalhe sobre a natureza do PS que Cavaco devia conhecer.
O PS governa de modo semelhante ao PSD pré-Passos mas vive de um eleitorado parcialmente diferente.
Esse eleitorado é parcialmente à esquerda do do PSD.
O PS precisa de "falar à esquerda durante a campanha para governar à "direita" depois".
Não pode falar antes das eleições de modo semelhante ao que fala depois das eleições.
Antes ataca o PSD e o CDS. Depois ataca o BE e o PCP.
A proposta de Cavaco a ser aceite seria suicida para o PS.
O PS governa de modo semelhante ao PSD pré-Passos mas vive de um eleitorado parcialmente diferente.
Esse eleitorado é parcialmente à esquerda do do PSD.
O PS precisa de "falar à esquerda durante a campanha para governar à "direita" depois".
Não pode falar antes das eleições de modo semelhante ao que fala depois das eleições.
Antes ataca o PSD e o CDS. Depois ataca o BE e o PCP.
A proposta de Cavaco a ser aceite seria suicida para o PS.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Cavaco entala o PS e testemunha as suas próprias limitações pessoais
Cavaco acabou de falar com Passos, Portas e Seguro. Depois de os ouvir propõe ... falar com Passos, Portas e Seguro?
Na prática, depois da recusa de Seguro em entender-se com o Governo, Cavaco tomou o partido do novo governo Passos / Portas mas exige, antes disso, que o PS seja publicamente causticado por se recusar a chegar a acordo com PSD / CDS.
Ou humilhado se aceitar o acordo e se deixar da conversa de eleições já, o que é de todo impossível.
O PS atacará Cavaco como tem vindo a fazer e recusará. O PCP e o BE espumarão de raiva e verão confirmada a suspeita de que o PS é de "direita". A esquerda dentro do PS espumará por ser colada à troika.
Até lá, no PSD e no CDS ri-se a bandeiras despregadas.
Eleições autárquicas tornadas irrelevantes por Portas (Seguro em bicos de pés V)
Depois do derrube do primeiro governo Passos / Portas, Paulo Portas tornou o governo imune aos resultados das autárquicas.
Ou depois disto alguém vai deixar de se rir se depois das autárquicas Seguro exigir a ... demissão do governo?
Ou depois disto alguém vai deixar de se rir se depois das autárquicas Seguro exigir a ... demissão do governo?
Resumindo as coisas para o pequeno Seguro
Paulo Portas demitiu-se irrevogavelmente do Governo e fê-lo cair.
Passos, num passo de mestre, disse que o país não dispensava Portas dizendo que não apresentava o pedido da sua exoneração ao PR.
Cavaco, Passos e Portas exoneraram não Portas mas o anterior Governo e hoje pouco depois das 20h Cavaco anuncia um novo Governo Passos/Portas que sucede ao que Portas derrubou.
No processo as confederações patronais e a UGT deixaram-se de bluffs e puseram-se à disposição do governo para o que fosse preciso.
Os inimigos internos de Passos ficaram ou irrelevantes ou paralisados durante 6 meses.
Seguro ficou isolado da população que esvaziou as manifestações que a esquerda tentou organizar e esmagou com os aplausos a Passos nos Jerónimos.
Passos, num passo de mestre, disse que o país não dispensava Portas dizendo que não apresentava o pedido da sua exoneração ao PR.
Cavaco, Passos e Portas exoneraram não Portas mas o anterior Governo e hoje pouco depois das 20h Cavaco anuncia um novo Governo Passos/Portas que sucede ao que Portas derrubou.
No processo as confederações patronais e a UGT deixaram-se de bluffs e puseram-se à disposição do governo para o que fosse preciso.
Os inimigos internos de Passos ficaram ou irrelevantes ou paralisados durante 6 meses.
Seguro ficou isolado da população que esvaziou as manifestações que a esquerda tentou organizar e esmagou com os aplausos a Passos nos Jerónimos.
Perceber Cavaco (Seguro em bicos de pés IV)
Muitos disseram que após o discurso do 25 de Abril Cavaco ficara reduzido a um ministro deste governo, impotente isolado.
Mas quem lhe deu agora força para pegar nas confederações patronais e UGT e entrega-las no regaço do governo?
Terá sido Paulo Portas e o seu choque de realidade ao demitir-se do 1º governo da coligação e dar origem ao segundo?
Paulo Portas, o novo Sá Carneiro? Ou Passos Coelho que percebeu como ninguém a psicologia de Portas e cresceu em autoridade com a famosa recusa em aceitar a sua demissão? Ou ambos?
Perceber Cavaco (Seguro em bicos de pés III)
Cavaco Silva ao ouvir, depois do susto da demissão de Paulo Portas do primeiro governo da coligação, os parceiros sociais obrigou-os a uma mudança de discursos até aqui imprevisível:
Todas as confederações patronais e a própria UGT ao declararem publicamente que não querem ou não pedem que este governo caia, tiveram de dizer ao presidente que os chamou para saber se havia suporte social para este governo que estavam dispostos a dialogar / concertar-se com o Governo. Que estavam dispostos a dar suporte social a este Governo. Foi isso que Cavaco lhes pediu para manter em funções o Governo.
O processo eleitoral não assusta por si mesmo os mercados. Acontece inevitavelmente de 4 / 4 anos. O que assusta os mercados é a possibilidade de se eleger um governo que não pague aos credores. Se estivesse em funções um governo tipo BE / PCP com uma política de "não pagamos" e esse governo caísse as eleições seriam bem vindas pelos mercados.
Não outra interpretação possível: patrões e UGT podiam ter pedido que o governo caísse mas assumiram que este governo é melhor que o que esperavam que resultasse de eleições.
Ou seja Portas e Passos reganharam parte do suporte social que haviam perdido em 2 anos.
Vitória de ambos e redução de Seguro à sua irrelevante dimensão.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Seguro em bicos de pés II
A bem dizer, o discurso de Cavaco no 25 de Abril, a explicar que não há eleições nem que a porca torça o rabo, obrigou Seguro a ser um opositor não apenas do Governo mas também da Presidência da República. Pior, com o exagero da sua reação, Seguro acabou por ficar a um passo de querer a demissão do próprio Cavaco.
Para uma pessoa com a devida dimensão e autenticidade isso podia fazer parte.
Para Seguro, é demais. Não dá para aguentar dois anos em oposição ao Governo, aos credores e ao PR e, a seguir, sacar nas urnas um resultado bom.
Para uma pessoa com a devida dimensão e autenticidade isso podia fazer parte.
Para Seguro, é demais. Não dá para aguentar dois anos em oposição ao Governo, aos credores e ao PR e, a seguir, sacar nas urnas um resultado bom.
Seguro em bicos de pés I
A demissão irrevogável de Portas demonstrou que o país não resistira a uma crise eleitoral.
Se um arrufo de três dias entre dois partidos que defendem que se honrem os compromissos com os credores, provocou o terramoto que provocou - aquém e além fronteiras - imagine-se o efeito de meses de campanha com a esquerda a clamar "não pagamos", o polvo socialista dividido, Seguro a mentir com quantos dentes tem e terminar tudo num parlamento ainda mais fraccionado que o atual.
Com a crise que desencadearam e resolveram, PSD e CDS reduziram Seguro à sua dimensão - a de Chefe de Gabinete de um Sub-Secretário de Estado, admitido por cunha.
O que passa disso são bicos de pés.
Se um arrufo de três dias entre dois partidos que defendem que se honrem os compromissos com os credores, provocou o terramoto que provocou - aquém e além fronteiras - imagine-se o efeito de meses de campanha com a esquerda a clamar "não pagamos", o polvo socialista dividido, Seguro a mentir com quantos dentes tem e terminar tudo num parlamento ainda mais fraccionado que o atual.
Com a crise que desencadearam e resolveram, PSD e CDS reduziram Seguro à sua dimensão - a de Chefe de Gabinete de um Sub-Secretário de Estado, admitido por cunha.
O que passa disso são bicos de pés.
sábado, 23 de julho de 2011
Colossal atraso mental
Ouvi hoje mais um debate em torno de um não assunto que tem enchido a nossa imprensa nos últimos dias: a (não) afirmação por parte de Passos de que haveria um desvio colossal nas contas públicas.
Passos é o Primeiro-Ministro e tem acesso a dados que mais ninguém tem. Diz que há um desvio nas contas públicas e que esse desvio põe em causa o cumprimento do deficite acordado com a troika de 5,9% para este ano. Por isso anunciou um imposto sobre a classe média e sobre a classe alta no valor de quase meio subsídio de Natal, bem como vai anunciar mais cortes na despesa pública. Os números publicados até agora são a favor de que nos primeiros meses deste ano não se estava a conseguir o deficite pretendido.
Afinal qual é a questão, para além da apetência nacional para a maledicência e para não conseguirmos distinguir o essencial do acessório? É o adjectivo começar por "c"? É acabar com um "l"? É ter 8 letras?
É sermos todos atrasados mentais?
Alguém me explica qual é a questão?
domingo, 17 de julho de 2011
É triste mas é Cavaco
A idade raramente melhora as pessoas.
Cavaco, o melhor primeiro ministro pós- 25 de Abril tão só pelo facto de que Sá Carneiro governou pouco tempo e os outros foram todos particularmente maus (dois foram mesmo politicamente criminosos - Vasco Gonçalves e José Sócrates), continua a revelar-se um mau Presidente.
Durante os seis anos de Sócrates, enquanto este dizimava o país Cavaco declamava maus poemas da sua própria autoria. O pior foi aquela história senil das escutas. Agora com um Governo que parece decente Cavaco pronuncia-se de forma tosca sobre assuntos externos.
A última versão é pôr-se a comentar de forma patética a força do Euro face ao dólar como se não fosse evidente para toda a gente que se trava uma batalha de enfraquecimento do dólar e outras moedas (como o real) face à moeda chinesa, o renminbi ou yuan. O dólar lutou pela desvalorização.
Os capitais que perderam confiança no dólar foram comprar euros? Não. Foram comprar ouro.
A seguir Cavaco pronuncia-se sobre Obama quando Obama disse que os Estados Unidos não são a Grécia ou Portugal. Ouvindo-o percebemos que Cavaco é tão irrelevante que o seu título de presidente devia ser removido. Podia-se chamar por exemplo Grão-Mestre da Ordem Constitucional.
Verdadeiramente não preside ao País. O País é presidido de fora.
Cavaco, o melhor primeiro ministro pós- 25 de Abril tão só pelo facto de que Sá Carneiro governou pouco tempo e os outros foram todos particularmente maus (dois foram mesmo politicamente criminosos - Vasco Gonçalves e José Sócrates), continua a revelar-se um mau Presidente.
Durante os seis anos de Sócrates, enquanto este dizimava o país Cavaco declamava maus poemas da sua própria autoria. O pior foi aquela história senil das escutas. Agora com um Governo que parece decente Cavaco pronuncia-se de forma tosca sobre assuntos externos.
A última versão é pôr-se a comentar de forma patética a força do Euro face ao dólar como se não fosse evidente para toda a gente que se trava uma batalha de enfraquecimento do dólar e outras moedas (como o real) face à moeda chinesa, o renminbi ou yuan. O dólar lutou pela desvalorização.
Os capitais que perderam confiança no dólar foram comprar euros? Não. Foram comprar ouro.
A seguir Cavaco pronuncia-se sobre Obama quando Obama disse que os Estados Unidos não são a Grécia ou Portugal. Ouvindo-o percebemos que Cavaco é tão irrelevante que o seu título de presidente devia ser removido. Podia-se chamar por exemplo Grão-Mestre da Ordem Constitucional.
Verdadeiramente não preside ao País. O País é presidido de fora.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Piratas Portugueses atacam página da Moody's
Piratas informáticos portugueses atacaram o site da Moody's e colocaram novamente Portugal em AA+.
Para além disso colocaram uma imagem de D. Afonso Henriques e insultaram a Moody's a propósito do uso que o rei poderia dar à sua espada.
Para além disso colocaram uma imagem de D. Afonso Henriques e insultaram a Moody's a propósito do uso que o rei poderia dar à sua espada.
sábado, 9 de julho de 2011
Cavaco e a Wikileaks
Cavaco diz que um vasto conjunto de políticos europeus criticaram a Moody's por causa da notação dada a Portugal. Protegido pelo que considera um inédito apoio a Portugal, Cavaco pede a fogueira não apenas para a Moody's mas também para todas as agencias de rating americanas ou sediadas nos Estados Unidos.
Ora segundo a Wikileaks, o Embaixada Americana classificou no passado Cavaco como "vingativo".
Cavaco teria levado a cabo "sérias vinganças políticas pelo simples facto de não ter sido convidado à Sala Oval na Casa Branca"
Promovam o Senhor Embaixador.
Ora segundo a Wikileaks, o Embaixada Americana classificou no passado Cavaco como "vingativo".
Cavaco teria levado a cabo "sérias vinganças políticas pelo simples facto de não ter sido convidado à Sala Oval na Casa Branca"
Promovam o Senhor Embaixador.
Cavaco Silva fala e diz
Todas as agencias de rating americanas são uma ameaça à europa.
Todas.
Provavelmente na América põem coisas na água e todos os americanos desatam a lixar a Europa.
Todos.
Como eles são mais de 300 milhões é muita água estragada.
Muita.
O Cavaco é que sabe.
O Bibi deve concordar. Já o lixaram com a coisa da água.
Todas.
Provavelmente na América põem coisas na água e todos os americanos desatam a lixar a Europa.
Todos.
Como eles são mais de 300 milhões é muita água estragada.
Muita.
O Cavaco é que sabe.
O Bibi deve concordar. Já o lixaram com a coisa da água.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Moeda sem Príncipe?
Nenhum verdadeiro príncipe prescinde de cunhar moeda.
O Príncipe que se chegue à frente para saber se o deixamos ficar na nossa terra.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Moody's, a falência e o governo
O governo não deve comentar as decisões das agências de rating pela voz de ninguém que esteja acima da categoria de secretário de estado. Idealmente de chefe de gabinete.
Os comentários do Governo não têm impacto nas decisões das agências de rating, não têm impacto no exterior e só reforçam (se possível for) a importância mediática interna das notações.
O governo deve dizer que o que depende de nos será feito. Não estamos sozinhos no mundo mas temos 850 anos de história. A médio prazo dependemos de nós próprios.
Faremos o que tem de ser feito.
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
13º mês e Passos Coelho
Passos Coelho contradisse o que afirmara na campanha eleitoral.
Talvez não houvesse outra solução. Talvez venham aí cortes na despesa que mostrem que o equilíbrio da contas não se faz apenas à custa de cobrar mais impostos.
Estamos cá para ver
Talvez não houvesse outra solução. Talvez venham aí cortes na despesa que mostrem que o equilíbrio da contas não se faz apenas à custa de cobrar mais impostos.
Estamos cá para ver
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