quinta-feira, 12 de maio de 2011

Nada tem tanto sucesso como o sucesso

Se se confirmar a subida nas sondagens Passos passa de besta a bestial.

Nessa altura saca do Nobre e ninguém se vai lembrar de criticar o bom doutor.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Provas documentais II

Ou será que Sócrates não tem nenhuma prova documental de que o PEC IV traria os meios financeiros de que o País necessitava e necessita, será que Sócrates não estabeleceu qualquer acordo ou obteve qualquer garantia sobre a eficácia do PEC IV ?
Será que o que obteve foram pancadinhas nas costas, palavras lindas mas vazias de compromisso, daqueles nossos amigos europeus que agora nos cobram muito mais que o FMI?

Será que quando diz que o PEC IV chegava é um mero palpite do Sócrates, o Falso. Uma previsão do homem que não conseguiu prever nada do que aconteceu? Do falso que diz uma coisa e o seu contrário com 48 horas de diferença, que nos mente há seis anos?

Reino Unido

Eu teria incluído o Reino Unido no gráfico. No resto concordo.

Assinalo que Portas, ao contrário do que sugerem os seus críticos não removeu apenas os países com maior variação de dívida. Excluiu também muitos outros com menor variação da dívida que nós.

O gráfico foi relevante para o debate trazendo verdade onde ela faltava.

Pensamento original

Louçã trouxe uma ideia original no nosso debate político: taxar as mais valias urbanísticas por valorização dos solos na sequência de intervenções do estado.

Uma ideia a explorar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Provas documentais

Sócrates, o Falso, insiste que o PEC IV tinha evitado a crise.

Preparamos-nos para ouvir essa falsidade durante semanas.

Exigimos que Sócrates, o Falso, apresente as provas documentais de que se tivéssemos aprovado o PEC IV cairia uma verba semelhante aos 78 mil milhões que nos dão agora e que nem chegam para nos afastar dos mercados 2 anos completos.

Sócrates apresentou o PEC IV às instancias europeias e diz que estas concordaram com o PEC IV e afiançaram que com esse PEC não seria necessária intervenção externa.

Que tipo de documento foi avançado - uma carta de intenções? um memorando? um pré-acordo?
Quem elaborou esse documento? altos funcionários ou políticos?
Qual o sistema de monitorização estabelecido? trimestral ou outro?
Como seria aprovado pela Finlândia, UK e outros países?
Com que verba? os 52 mil milhões da UE/BCE ou os 78 mil milhões totais?
Com que taxa de juro? os 3,5 - 4,5% do FMI ou os juros altíssimos que a UE / BCE nos vão cobrar agora?
Qual o texto específico do documento? Mostre-nos o documento desse "acordo"!

Para além de Sócrates ter de apresentar esses documentos, SER OBRIGADO A ISSO, temos também que perguntar o seguinte: que partidos da oposição e que instituições portuguesas souberam dos termos exactos desse acordo?

Em que data o Presidente foi informado?
Em que data os parceiros sociais foram informados?

Exigimos saber agora.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Judicialização da Política

Critico a judicialização da política.

As questões que levantei sobre o mais maldito dos temas da política portuguesa não correspondem a esse padrão.

Nunca, no contexto de luta por ideias e princípios políticos, acusei adversários de serem criminosos. Nunca pedi a polícias, procuradores e juízes que fizessem o que não é possível fazer politicamente sobre problemas políticos.

Nos três posts anteriores levanto questões político-mediáticas que se mantêm mesmo que em relação a Paulo Pedroso a Justiça tenha decidido que não tinha fundamento legal o seu julgamento como agressor sexual de crianças.

A questão política é simples: numa altura em que milhões de Portugueses derramam suor e lágrimas, em que somos humilhados por estrangeiros que vêm à nossa terra tomar conta do que fazemos, o Partido Socialista está tão doente que não encontra gente mais credível junto do povo soberano, mais capaz de mobilizar vontades para defender o superior interesse nacional que figuras como Sócrates, Rodrigues e Pedroso?

A nossa "pátria muito amada" não merece mais?

domingo, 8 de maio de 2011

Tradução do Memorando concluída

Skeptikos (nick) enviou-nos o link da tradução para Português do Memorando.

"Um pequeno off topic. "Memorando da Troika" - Porque se trata afinal de um documento de enorme importância que ainda não foi disponibilizado aos portugueses em Português, aqui fica mais uma vez o serviço público de 1ª categoria disponibilizado pela blogosfera, através do blog AVENTAR: 


http://aventar.eu/2011/05/06/traducao-do-memorando-do-acordo-com-a-troika-fmi-bce-ce-concluida/



sábado, 7 de maio de 2011

Estar com Deus contra os homens

Aristide Sousa Mendes

A história impressionante deste heroi, tem um aspecto lateral pouco debatido.

O ditador que o removeu do cargo por desobediência, o impediu de se defender a si próprio apesar de ser jurista de formação, o impediu de receber pensão ou reforma ou de arranjar posto compatível e, mesmo anos após a derrota da Alemanha e a exposição do Holocausto, não o reabilitou, o ditador deixou entrar no país todos aqueles a quem ele facultara vistos.

Muitos desses vistos, à medida que ele ia atrás da coluna desesperada de condenados à deportação, eram papeis atípicos. Quando chegou a Hendaye os "vistos" que distribuía eram papeis banais carimbados, em que ele garantia em nome do governo direito de entrada em Portugal, não a pessoas singulares mas a todos os familiares do Sr. Fulano ou Cicrano.

Entraram todos em Portugal.

Mesmo aqueles já sem nenhum papel passaram; ele convenceu os guardas Espanhois em Irun, a deixá-los entrar em comboios dirigidos a Portugal (abriu ele pessoalmente a fronteira franco-espanhola exorbitando competências perante a complacência dos militares Espanhois que fecharam os olhos ao desespero daquele português "louco"), mesmo esses o ditador deixou entrar.

Um diplomata maldito tinha dado a palavra do Estado Português e o ditador assumiu essa palavra mesmo   perseguindo Aristide por desobediência.

Como disse o heroi "desejei mais estar com Deus contra os homens do que estar com os homens contra Deus".

Um mundo estranho, outro país, difícil de imaginar.

Se no mesmo campo visual imaginarmos a gente daquele tempo (os bons e os maus) e Sócrates com o seu séquito de branqueadores,  ficamos sem dúvida que estes não passam de anões à venda.

Fonte principal: http://www.raoulwallenberg.net/saviors/diplomats/mendes/jews-portugal-contemporary/

Clarificar, clarificar, clarificar

http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1150454.html

(via albergue espanhol)

Democraticidade, Integridade e Coragem XIV

Democraticidade, Integridade e Coragem XIII

Democraticidade, Integridade e Coragem XII

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Democraticidade, (Genialidade), Integridade e Coragem IV